Ford usa peça feita em impressora 3D para vencer as 24h de Daytona

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A Ford venceu as 24 Horas de Daytona deste ano usando um coletor de admissão feito em impressora 3D no motor EcoBoost 3.5 do carro preparado pela equipe Chip Ganassi com Felix Sabates. Este é um exemplo de como a nova tecnologia está sendo usada pela marca para acelerar o desenvolvimento de peças tanto para seus carros de linha como de competição.

MotorEcoBoost3p5-Daytona2015

A Ford começou a usar a impressão 3D décadas atrás, adquirindo a terceira impressora 3D produzida no mundo, em 1988. O processo foi usado inicialmente para produzir protótipos de teclas e botões. Com o aprimoramento da tecnologia, a qualidade das peças ganhou extrema precisão e as peças tornaram-se cada vez mais utilizáveis.

O acabamento das peças impressas em 3D ficou tão suave e preciso que agora elas são usadas ​​em aplicações reais – em protótipos de veículos para testes de durabilidade e no carro de corrida da Ford que venceu a 53ª edição das 24 Horas de Daytona em janeiro.

No mundo competitivo das corridas de enduro, assim como no laboratório de protótipos da Ford, a busca pelo aumento da confiabilidade e da potência nunca para.

As peças projetadas em computador são primeiro esculpidas em argila e depois enviadas para o laboratório rápido de protótipos da Ford, onde são analisadas ​​e colocadas em uma das muitas impressoras 3D. Cerca de uma semana depois, a peça está pronta para ser limpa, pintada e usada.

Nas 24 Horas de Daytona, os engenheiros da Ford Performance optaram por um coletor de admissão feito em impressora 3D, com difusores de fibra de carbono. O carro da equipe Chip Ganassi Racing venceu a clássica corrida com os pilotos Scott Dixon, Kyle Larson, Jamie McMurray e o brasileiro Tony Kanaan.

 

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