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out
08

Crash-test de Carros Brasileiros

Postado em Vídeo por Danilo Ferreira - Comentários

Resolvi fazer uma compilação de Crash Tests de carros vendidos no Brasil, antigos e novos – e bem conhecidos das nossas ruas.

Começando pelo saudoso Fusquinha – que de tão popular ganhou até uma teoria da conspiração

Corolla, com classificação 5 estrelas – a mais alta do ranking europeu

Clique aqui para ver mais vídeos

O Fox, que no Brasil só tem air-bags como opcional, é vendido com air-bags de série na Europa. E é fabricado aqui.


Escort, ótimo carro da Ford (eu mesmo tive um) – mesma coisa – quase nenhum vendido aqui teve air-bag


Agora um Escort acertando um Golf… tipo de batida comum, na lateral


Ford Ranger – sempre quis ter uma dessas… mas com o que essa picape gasta é impossível

Aliás, você já viu crash-test de ônibus? clique aqui para ver!


O valente Corsinha, nem tão valente assim de cara com uma Mercedes Classe S


Renault Scenic – bom para a família e seguro em impacto lateral devido a altura dos passageiros. Também tive uma.


O bem vendido Palio – não achei nenhum do Gol, porque será?


Ford Ka – quem pensou que o tamanho diminuto dele era significado de insegurança, errou, o “ovinho” se deu bem. Eu gostava muito do meu!


Ford Focus x Chevrolet Silverado. Medo.


O Sedã médio mais vendido do Brasil, Honda Civic. Nota-se o air-bag lateral acionando – mas no Brasil não é vendida essa opção – e no Corolla é… que vergonha, ein Honda?


Esse é o mais impressionante, da Kombi. Mas é só para demonstrar o que dá pra ser feito nessas instalações de crash test – muito peso na traseira da Kombi e muita velocidade. Bom, o que esse pessoal de Kombi faz por aí… não duvido nada.

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Comentários

  1. Avner disse:

    Qual a velocidade media que sao feitos esses testes?

    1. @Avner, 64km/h, em uma barreira com deformação controlada, o que equivale a um impacto de 100km/h em um veículo parado ou 160km/h em um veiculo a 60km/h.

      1. cesar disse:

        se as pessoas soubesse as consequencias de uma colisao frontal que é a pior q quase n tem chance de sobrevivencia. a 30km/h ja pode matar uma pessoa se estiver sem cinto. q bater um carro a 100,80,90 a desaceleraçao é muito forte n importa se esta de cinto se tem air bag o cerebro se deslocara pra frente tendo um impacto com a parte frontal do cranio e os orgaos vitais batendo dentro da caixa toracica podendo ocasionar desligamentos ropimentos ou ate dilacera eles e causar a morte um exemplo no caso da princesa lady di falavam q o carro estava a mais de 200km/h por causa do estado q ficou mas o choque foi a 93km/h segundo calculos q consideraram a deformaçao do veiculo e isso q era um mercedes imagine nos carros populares q no brasil nem tem teste crash so em 2012 e tem pessoas q pensam q bater 100 90 80 70km/h é pouco, muita burrice sem conhecimento por isso o brasil é campea em mortes no transito
        por isso sempre respeitar os limites de velocidade e n ultrapassar em locais proibidos

  2. rafael disse:

    porque temos tao pouco acesso as informações relativas a crashes nacionais?

    ja andei procurando isso e nao achei nada.

    1. @rafael, Mistéééério….

  3. XICO disse:

    Num tem crash de gol pq a VW sabe a mer*#%$^ que fabrica, seria suicidio. Digo isso dos gol anteriores a geraçao atual, da qual desconheço a segurança.

    1. Christian disse:

      É simples: o Gol não é vendido na Europa/EUA, e no Brasil quase não são feitos crash tests. Mas como o Gol tem muitas coisas em comum com o Golf e o Polo alemão, creio que certamente não será menos seguro que os concorrentes neste segmento de mercado (de acordo com as minhas pesquisas as montadoras alemãs estão entre as que mais se preocupam com a segurança e se hoje se fala tanto em crash tests isto também se deve ao pioneirismo alemão nesta área, sobretudo da Mercedes-Benz). Agora quem se preocupa mesmo com segurança deve consultar os veículos no site http://www.euroncap.com (os testes estadunidenses são menos rígidos!) e atentar para as diferenças de modelo entre os modelos vendidos na Europa e os vendidos aqui.

      1. Christian disse:

        Obs: Na prática isto pode ser bem complicado, a ponto de ser mais garantido recorrer aos importados (mesmo assim alguns itens que vem de série na Alemanha podem não vir nos modelos exportados para outros mercados que geralmente não aceitam pagar a mais por algo que não acham tão importante como por exemplo o ESP, que passará a ser obrigatório na Europa). A grande exceção parece ser o Classe A nacional, quase 100% idêntico ao alemão. Mas as vendas decepcionaram e deixou de ser fabricado aqui.

  4. Fernando disse:

    A última não é exatamente uma Kombi, e sim a geração posterior européia, de meados da década de 70.
    Quanto à não achar do gol, é provavelmente porque estes vídeos são de crash-testes europeus, e o gol nunca foi vendido lá (embora voyage e parati tenham sido, talvez exista algum vídeo por aí)
    Mas as fábricas brasileiras fazem crash-testes regularmente, me lembro de uma edição antiga da Autoesporte, na época da Autolatina, mostrando uma enorme pilha de carros destruídos em crash-teste desta empresa na época.

  5. Fernando disse:

    aliás, interessante observar que no fusca – também não é o nacional por falar nisso – a carroceria se “espatifa” até a cabine, enquanto que nos mais modernos Ka e Palio a deformação da carroceria termina antes de atingir a coluna “A”.

  6. [...] Crash-test de Carros Brasileiros – [...]

  7. Angella disse:

    Seria muito bem mais informativo se juntamente com cada video vocês especificassem a velocidade do veiculo, para com isso termos a real noção dos danos em relação a velocidade empreendida pela unidade veiculo.

  8. Sidney disse:

    Caso queiram analisar crash test de todas as marcas (não tem o Gol porque desmancha mais que o Fox), acessem http://www.euroncap.com. Os testes frontais são a 64 km/h, laterais 50 km/h e traseiro 29 km/h.

  9. Ricardo disse:

    O Crash test do Palio não é do Palio e sim do Siena. A frente é igual e os efeitos também … muda apenas o peso do carro (e com isso a energia com que atinge o obstáculo).

  10. Varios videos removidos por violação estragam post antigo e exigem reedição para linkar dentro de outro http://tinyurl.com/kodefp

  11. Reginaldo disse:

    Senti uma forte discriminação com as kombis e os seus motoristas ali no final.

    Normal não é?

    1. @Reginaldo: cara, normal não é… o problema é que alguns irresponsáveis estragam toda a categoria. Isso acontece em muitos setores.

  12. carlos disse:

    Também nunca achei nada sobre o gol, porem sofri uma capotagem em um gol G2, vulgo bolinha. Como era de esperar o mesmo ficou bastante amassado, porém as colunas suportam bem, tanto que estou aqui postando este comentário. Porém não posso dizer o mesmo de uma mulher que sofreu acidente parecido e em baixa velocidade segundo relatos. Detalhe ela usava cinto…e a coluna entortou como se fosse papelão.

  13. Tony disse:

    Gosto muito do crash-test pois muitas vezes acontecem acidentes, com morte dos ocupantes do veiculo. E o pessoal comenta sobre a destruicao. E na verdade se o carro tivesse mais seguranca estrutural, talvez nenhuma morte ocorreria. Outra coisa interessante eh que só o fato de ter airbag não garante que o veículo é seguro. Se ocorre a deformação da coluna A, ou o painel também deforma, então vai painel, volante, airbag tudo para causar ferimentos ao motorista.

  14. viper srt10 disse:

    entrem no youtube e pesquisem “smart crash test” o carro a 70 mph e a cabine fica interisima muito fods

  15. kleber mesquita disse:

    boa noite;há muitos em um sinal na av brasil no ceasa rj provoquei uma porradaria geral.por não ver que os carros da frente tinha parado inesperadamente no amarelo eu batina traseira de um monza e este na traseira de um corcel II e este na traseira de uma uno pois eu bati acelerando.o monza ficou destruido e os demais com prejuizos menores e o passat em que eu estava só quebrou os farois e agrade amassando tanbem muito poucoa parte de dentro que segura a grade e os faróis.então a pergunta é a seguinte sera que o meu carro amassou menos pelo fato de eu ter batido acelerando.abraço !!!

  16. cesar disse:

    se as pessoas soubesse as consequencias de uma colisao frontal que é a pior q quase n tem chance de sobrevivencia.para se ter uma ideia a 30km/h ja pode matar uma pessoa se estiver sem cinto. bater um carro a 100,80,90 a desaceleraçao é muito forte n importa se esta de cinto se tem air bag o cerebro se deslocara pra frente tendo um impacto com a parte frontal do cranio e os orgaos vitais batendo dentro da caixa toracica podendo ocasionar desligamentos ropimentos ou ate dilacera eles e causar a morte um exemplo no caso da princesa lady di falavam q o carro estava a mais de 200km/h por causa do estado q ficou mas o choque foi a 93km/h segundo calculos q consideraram a deformaçao do veiculo e isso q era um mercedes imagine nos carros nacionaiss q no brasil nem tem teste crash so em 2012 e tem pessoas q pensam q bater 100 90 80 70km/h é pouco, muita burrice sem conhecimento por isso o brasil é campea em mortes no transito
    por isso sempre respeitar os limites de velocidade e n ultrapassar em locais proibidos

  17. Ygor disse:

    O CrashTest da Kombi, na realidade foi feito para testar um Cofre, eles colocaram a Kombi a 120 km/h e encheram a traseira dela de bugigangas. Mas até hoje (não sei porque) pensam que essa T3 é insegura, a VW fazia varios crash test dessa T3.

  18. Nilton BR disse:

    Uma relação lesa-pátria é a que o Brasil tem com as filiais das indústrias de automóveis instaladas em solo brasileiro. Do seu lado o Estado obtém uma arrecadação extraordinária por impor ao veículo brasileiro uma das mais altas taxas de imposto sobre produtos industrializados do planeta, e penaliza o consumidor brasileiro, obrigado a pagar por um veículo nacional duzentos ou trezentos porcento do valor pago pelo mesmo veículo se comprado na Europa ou nos EUA. Por outro lado as montadoras brasileiras agem como mercenárias ao cobrar preços altíssimos por carros defasados tecnológicamente, destituídos de volante ajustável, freio abs, airbag, controle de estabilidade e outros itens que protegeriam os passageiros brasileiros e diminuiriam as trágicas estatísticas de mortos por acidentes de trânsito. Segundo o Portal do Trânsito, em 2010, 35.000 brasileiros morreram em acidentes de trânsito, sem incluir os feridos encaminhados a hospitais que morreram depois e aumentariam esse número para perto de 50.000 mortos por ano.
    No final das contas o maior prejudicado é o consumidor-cidadão brasileiro, que compra um produto feito abaixo dos padrões mundiais de segurança, paga por ele mais do que paga o consumidor localizado nos países onde ficam as matrizes das indústrias automobilísticas, e ainda morre ou fica gravemento ferido porque o carro que ele comprou não tem airbag, freio abs, controle de estabilidade, chassi à prova de colisão e nem outros itens de segurança no Brasil considerados opcionais mas considerados de série e obrigatórios nos EUA e na Europa.
    Isso sem falar na política de transporte adotada pelo Estado Brasileiro, que privilegia o transporte rodoviário em detrimento do transporte ferroviário e fluvial, responsável pelo trânsito caótico das cidades brasileiras.
    A relação Brasil-indústria automobilística é lesa-pátria, dura há varias décadas e transformou nosso país em uma privilegiada reserva de mercado, criando um fluxo de capital direcionado de um país atrasado como o nosso para as capitais dos países do primeiro-mundo onde ficam as matrizes dessa indústria.