Na Europa a Ford lançou um programa de assistência e reparo gratuito para qualquer carro da marca, independente de ano de fabricação ou quilometragem, e qual foi a surpresa deles quando o colecionador Joaquim Costa apareceu em um distribuidor com um Fort Modelo T Speedster 1915?

“A cara dos técnicos do distribuidor quando eu cheguei na oficina foi incrível, eles mal podiam esperar para trabalhar nesse carro”, diz Costa, de 73 anos, “Eu ficaria surpreso se o carro quebrasse – o Modelo T é um carro feito para durar. Mas é ótimo saber que posso contar com ajuda especializada se precisar.”

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Além deste, ele inscreveu outros 5 clássicos ao programa.
O Modelo T que causou polêmica foi produzido na fábrica da Ford em Walkerville e saiu da linha de produção na versão chassi, depois transformada em Speedster por encarroçadores externos. Costa comprou o carro em uma exposição de carros clássicos em 2004 e fez uma restauração completa do motor.

Produzido de 1908 a 1927, período em que somou mais de 15 milhões de unidades, o Modelo T era um veículo de baixo custo, confiável e de manutenção fácil, capaz de suportar a precariedade das estradas da época.

Este colecionador trabalhou em um distribuidor Ford de Lisboa durante 41 anos e preparou a entrega do Mustang que hoje está na sua coleção. E também cuidava da manutenção do carro para o antigo dono, até finalmente comprá-lo em 1992. Em sua coleção ele ainda tem um Amglia 1950, um Cortina 1500 GT 1965, um Mustang 1967, um Escort 1974 e um modelo B 1932

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