Turismo – Paraná com Volvo

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Continuando nossa série de posts de turismo, a bordo de um Volvo, vamos falar um pouquinho do Paraná. Estado da região Sul do país, dono da 5a maior economia e conta cerca de 10.5 milhões de habitantes. Sua capital, Curitiba, fica a cerca de 400km de São Paulo (rodando pela Regis Bittencourt), percurso esse realizado a bordo da Volvo XC60 T5. Carro que reúne visibilidade e posição de dirigir (e outras vantagens) de SUV, conforto de sedã de luxo, desempenho de esportivo (são 240cv que fazem o carro chegar de 0 a 100 em menos de 9 segundos e velocidade máxima limitada eletronicamente em 210km/h), e segurança… bem… segurança de um Volvo. Dotado de controle de tração, freios ABS, airbags frontais, laterais e de cortina, além de vários outros itens, você se sente seguro em uma estrada como a Régis, que já foi conhecida como rodovia da morte.

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Como eu ia dizendo, a Régis, conhecida como rodovia da morte, pode ser uma estrada perigosa. Em um pequeno trecho, próximo da divisa, vimos 3 carros acidentados, incluindo a Blazer da foto abaixo, que tinha acabado de capotar. E a XC, com seu magnífico acerto de suspensão, não se usou nem do controle de tração em nenhuma das curvas da viagem, inclusive na serra, tão complicada.

A reserva de potência do motor é tanta que em qualquer ultrapassagem (especialmente naquelas de pista única com aquele comboio de carros atrás de um caminhão), se faz com extrema segurança. Embora isso possa causar um certo risco – a aceleração é tão fácil que o carro passa facilmente do limite de velocidade, é comum se pegar a 170-180 após uma ultrapassagem! 240 cv , em conjunto com um ótimo câmbio de 6 marchas são mais que suficientes para esse carro (e o mais incrível é que esse carro nem é o mais forte da linha!)

Abaixo o XC60 ao lado da Hilux SW4, uma das principais concorrentes do modelo sueco. O design da Volvo é nitidamente mais moderno – e no modelo apresentado, além de custar de 25 a 30 mil reais a menos, entrega quase 70 cv a mais e é mais segura – mas não oferece motor diesel.

Voltando a falar do Paraná, começamos com Curitiba. Cidade considerada modelo, tem 1.7 milhões de habitantes, clima subtropical (faz um friiiio) e oferece muitas ótimas atrações para turistas. O hotel escolhido foi o Hotel Duomo – localizado na R. Visconde do Rio Branco, praticamente em frente à R. 24 horas (foto abaixo), é um hotel antigo porém confortável, com quartos amplos e preço justo, especialmente no frigobar. A rua 24 horas, como o nome diz, é uma rua de comércio 24h. Parece um shopping, com lojas de roupas, conveniência e restaurantes (mas algumas das lojas fechavam as 22h).

Outro ponto obrigatório a se visitar em Curitiba é a famosa Torre Panorâmica, também conhecida como Torre da Oi ou Torre da Brasil Telecom, é uma torre de antenas de telecom de 109 metros de altura, e com um mirante que tem uma vista privilegiada de toda a cidade, como pode ser vista nas fotos abaixo.

Abaixo, a torre vista de baixo. O passeio é barato, R$3,50 por adulto e R$1,75 por criança e vale a pena.

Abaixo, o Bosque do Alemão, parque da cidade de Curitiba com temática Alemã e um café com tortas e doces alemães. É agradável e vale a visita – e é gratuito.

Pegando um pouco de estrada, fomos à Ponta Grossa, distante pouco mais de 110km de Curitiba, onde fica a Vila Velha, passeio obrigatório para quem passa pelo Paraná. As atrações são as formações rochosas de Arenitos, que formam curiosas formas, como a Taça, camelo entre outras e também conta com Furnas, que são gigantescas crateras formadas por erosão e que contém água em seu interior. Não confunda as Furnas de Vila Velha com a usina de Furnas, são coisas totalmente diferentes (eu não sabia e descobri durante a visita)

Abaixo, uma das formações do parque, a garrafa de Coca-Cola.  As formações são resultado de milhões de anos de erosão. O triste é ver o desgaste causado por humanos, que nas últimas décadas (quando o acesso ao parque era sem um guia), depredaram grande parte das formações, escrevendo nas pedras e perpetuando o vandalismo pelos próximos milhares de anos.

Abaixo uma singular formação, que parece um cachorrinho Schnauzer

Abaixo, a famosíssima Taça. Infelizmente ela não conta com muito tempo de vida, a erosão e os ventos acabarão por derrubá-la nos próximos anos.

As furnas são outro ponto interessante do parque da Vila Velha.  Causadas por milhões de anos de erosão são imensos “buracos” com uma lagoa dentro. Uma das furnas ainda não terminou seu “afundamento”, formando uma lagoa belíssima, com água cristalina onde peixes podem ser vistos. A lagoa é chamada de Lagoa Dourada, por causa da cor que ela toma no por-do-sol.

Abaixo, uma das furnas profundas – um “buraco” de 100m de profundidade, 30 deles tomados por água.

Distante cerca de 25km de Ponta Grossa (136km de Curitiba), a cidade de Carambeí é um destino pouco conhecido – conta com restaurante de comida Polonesa e o Parque Histórico de Carambeí, que pode ser visto nas fotos abaixo, oferece famosas tortinhas doces (que eu não pude experimentar porque fui lá em uma segunda-feira, e, pasmem, estava tudo fechado!)

 

Voltando a Curitiba (e saindo de lá de uma maneira diferente) temos o Passeio de Trem até a cidade de Morretes. Passeio histórico, desce a serra em direção ao litoral, e os (ótimos) guias explicam em detalhes a história de Curitiba, a origem do nome de Curitiba (trocando em miúdos, é a frase indígena “pinheiro aqui tem”), dentre vários outros fatos históricos interessantíssimos. A vista durante todo o passeio é deslumbrante, quando a neblina o permite.

O passeio de trem dura cerca de 2h30, tempo que a composição leva para percorrer os 74km da ferrovia, e essa ferrovia atravessa a maior porção de Mata Atlântica preservada do país, o que garante a belíssima vista pela janela. O serviço a bordo (sim! serviço a bordo!) oferecido inclui um lanchinho e uma bebida, que pode ser uma típica bebida do local, a Gengibirra, uma espécie de refrigerante de gengibre. Bem saboroso.  O lanchinho é oferecido na classe turística, que custa 66 reais por adulto e 45 reais por criança. Se for criança de colo (não usando um assento), paga-se só 4 reais. Não é um passeio barato – um casal com 2 crianças gasta mais de 200 reais, mas é um passeio imperdível, e o segundo mais popular do estado, só perdendo para as Cataratas do Iguaçu.

Abaixo, as araucárias, árvores típicas da região, que produzem o Pinhão, que era a única fonte inesgotável de comida dos índios durante o duro inverno da região.

 

 

 

A simpática cidade de Morretes parece que parou no tempo. Vale o passeio a pé e especialmente vale almoçar o famoso Barreado, prato típico da cidade. O Barreado é um prato de carne cozida por cerca de 20 horas em uma panela vedada com barro, depois saboreado com muita farinha de mandioca, arroz e banana picada! Sim! Banana picada por cima do prato! Algumas agências de turismo oferecem o pacote completo – ida de trem, almoço e volta de micro-ônibus – vale a pena, mas compre com antecedência porque o pacote esgota.

A cidade é bem cuidada e muito gostosa de se passear a pé. E a temperatura da cidade difere em muito da temperatura da serra – bem quente!

 

Clique aqui para conferir a página 2 do post com mais ótimas informações e mais belíssimas fotos!

7 COMENTÁRIOS

  1. APDD DANILÃO. GRANDE MATÉRIA. VOLVO É UM PUTA CARRO. E TEU ROTEIRO FOI MARAVILHOSO. JA ESTIVE EM CURITIBA É UMA CIDADE NOTA 1000. ATÉ+!!

  2. Somente uma palavra para definir a reportagem e, principalmente, as fotos:
    S E N S A C I O N A L.

    Parabéns

  3. Reportagem sensacional, fotos magnificas e além de nos motivar a fazer turismo pelo Paraná e Santa Catarina, nos mostrou o quanto é bom o carro da Volvo, porém tenho uma observação sobre o carro que não gostei: A falta do GPS integrado ao painel, sim porque para um carro deste nível, o GPS integrado seria necessário. Aquele GPS no para-brisa, com o fio saindo do painel por fora, indo para alimentar o GPS, não ficou legal. desculpe, Fora isso e pelo que foi informado na reportagem, o carro é muito bom.

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