Lá vou eu mais uma vez dizer que sou fã do Top Gear e de Jeremy Clarkson, e não é para menos, o programa é um dos últimos recantos em que as piadas e opiniões fogem ao politicamente chato correto, parte por estar em uma emissora financiada pelo povo inglês* – lá existe um imposto POR aparelho de TV, que vai TODO para a BBC –, não há a menor preocupação em agradar anunciantes.
Mas grande parte deste crédito vai para Jeremy Clarkson, o cara é o que todo humorista que tenta passar por politicamente incorreto tenta ser, e geralmente falha miseravelmente, o cara é um monstro. E não sou apenas eu que acho isso, uns dois ou três anos atrás ele recebeu uma premiação especial da TV inglês por conta do conjunto de sua obra, coisas como levar um carro para dentro da redação da BBC, ou colocar uma pickup em cima de um prédio que vai ser implodido ou atravessar o Canal da Mancha em direção a França em um veículo anfíbio feito pelo por ele mesmo…
Agora, olha só que peça de arqueologia televisiva apareceu recentemente, Jeremy Clarkson, na série antiga do Top Gear, em mil-novecentos-e-me-esqueci, apresentando a maior pick-up do mundo, tão grande que dá para morar dentro! Fiquem com o vídeo
(tenham paciência, que a pick-up só aparece aos 46 segundos).
*E não tem nada a ver com a TV do Governo aqui, lá, não há chapa branca nem cabido de empregos, tanto é que o Clarkson tem por esporte bater no governo inglês, apontando suas decisões erradas.
Lá pelos idos do ano 2000 comprei meu 1º computador.
Não. Não estava esperando o Bug passar mas sim juntando dinheiro para comprar a melhor máquina que pudesse – dentro das minha possibilidades divididas em 24 prestações sem juros, claro.
O escolhido foi um Hewllett Packard com estratosféricos 40 Gigas de HD, 256 megas de RAM, DVD player – o máximo - e fax modem! Isso mesmo.
A placa de rede, precisei comprar e instalar separado para só assim poder navegar a inacreditáveis 512 Kbps – na época, um absurdo!
Hoje em dia meu celular é mais potente que isso….
Junto com esta potente máquina, um jogo me fez pirar a cabeça:
Need for Speed
A sensação de poder dirigir um Porshe, mesmo virtualmente era incrível.
Eu sou do tempo em que a bola dos jogos eletrônicos era quadrada! Passava horas e mais horas jogando Enduro e Fórmula 1 no bom e velho Atari da família – que só foi comprado anos depois da febre ter chegado ao Brasil, lá pelos idos de 1986.
Ver os gráficos de Need for Speed era um sonho realizado.
O cara do vídeo abaixo, no entanto, foi muito mais além.
Ok. Tudo bem.
Tá na cara que não passa de mais um viral mas isso não diminui em nada o radicalismo das cenas.
O que?
Duvida?
Manda ver no play aí e me diz depois se tenho ou não razão…
Meu afilhado é completamente louco por toda e qualquer coisa relacionada ao Hot Wheels – aqueles carrinhos de brinquedos em miniatura com design estiloso feitos em ferro e alumínio.
Ao contrário do meu tempo de criança, quando só podíamos comprar os carrinhos em si, hoje em dia há uma infinidade kits que podem ser montados, formando pistas de corrida em miniatura tão incríveis fariam Speed Racer pensar 2 vezes antes de enfrentá-las.
Entre as mais famosas destas pistas estão as que possuem looping, usando a força centrífuga para forçar o carrinho a dar uma volta completa em 360º atiçando a imaginação de milhões de crianças – de todas as idades – ao redor do mundo.
Foi aí que o pessoal do Fift Gear – de acordo com um dos meus patrão co-editores aqui no AutoZine, Gilberto “The Knuttz” Soares, o 2º melhor programa sobre carros da televisão – resolveu transformar imaginação em realidade.
Para isso convocaram o coordenador de dublês Steve Truglia para o desafio.
No currículo Traglia foi responsável pelas cenas de ação de filmes como O Resgate do Soldado Ryan, Amanhã Nunca Morre, O Mundo Não É O Bastante (ambos da série James Bond 007), o ainda inédito Prince of Persia, baseado no jogo eletrônico, entre outros.
O resultado vocês podem ver no vídeo abaixo. Mesmo estando em inglês, as cenas ainda assim impressionam e é bem fácil de acompanhar.
Eu confesso, definitivamente pago para o Ken Block. O cara é um gênio. Virou ele mesmo o maior garoto propaganda da marca de sapatos de que é co-fundador, a DC Shoes, fazendo vídeos com uma fotografia genial usando seu próprio talento de piloto de rally.
O primeiro vídeo fez tanto sucesso, que a coisa tomou uma escala gigantesca, o astro do MotoCross (e rally) Travis Pastrana já participou de um dos vídeos, o programa Top Gear pediu para filmar com Block e agora neste último vídeo, eles fazem uma divertida brincadeira em que o apresentador Rob Dyreck da MTV pilota um kart com o mesmo grafismo do carro de Block.
Acho que a quantidade de publicidade espontânea que ele conseguiu alavancar com estes vídeos é imensurável, este post mesmo, está saindo sem que eles me dêem um mísero tênis
(se alguém da DC Shoes ver, não acho ruim se mandarem um par para mim e outro para o Danilo, o meu é número 43, por favor).
Agradeço ao meu maninho, Daniel, por ter passado o novo vídeo do Block, que ensejou a pesquisa para o post completo
Na extensão da postagem os vários outros vídeos da marca.
Cinquenta excelentes comerciais de veículos selecionados pelo Carthrottle.
Em tempo, o post me caiu nas mãos graças ao Daniel Soares, do Xpock.com.br, o melhor blog nacional de vídeos.
Divididos a postagem em cinco páginas para não pesar demais no seu navegador!
Cliquem aqui para abrir a página 1!
Atravessando Paris à 5:30 da manhã. Não é novo, já até meio antigo, mas qualquer amante da velocidade deve assistir.
Durante muito tempo se disse que o filme foi feito a bordo de uma Ferrari, mas segundo a Wikipedia foi feito a bordo de uma Mercedes SEL 450 6.9.
O filme não tem cortes, e não teve permissão especial de filmagem, foi feito completamente “na marra”.