Entre todos tipos de carro fabricados, existe uma estética de origem européia que é de muito longe a minha preferida. Talvez por morar em um local onde o sol brilha pela maior parte do ano como o Ceará, se bem que, infelizmente, este ano estamos com sérios problemas de enchentes por aqui, eu sempre gostei de carros conversíveis, pouca coisa supera uma viagem na estrada com a capota aberta.
E entre os conversíveis, um modelo específico tem um lugar especial, são os ‘roadsters’. São carros de pequeno porte, com lugar para duas pessoas, e criados para uso sem capota. Em 1934 foi lançado na Alemanha o BMW 315 Saloon, o primeiro roadster da fábrica Bávara. De lá para cá são 75 anos, e uma linha de belíssimos carros, que seguem abaixo em editorial fotográfico!
Na extensão da postagem, várias outras fotos dividias em três páginas. Clicando sobre as fotos, vocês poderão vê-las em alta resolução.
Muito bacana este vídeo publicado pelo Blogcitário, ele mostra uma briga de marcas travada por dois revendedores de carros na Califórnia. Primeiro a provocação da revenda Audi, seguida de uma excepcional resposta de uma revenda BMW.
Genial, a Audi perdeu uma daquelas EXCELENTES oportunidades de ficar calada
(no caso, se não publicar o outdoor).
M. Uma letrinha que diz muito, quando se trata de BMW. E não é o M do BMW, que significa Motoren (motores), e sim Motorsport – é a divisão de veículos de alta performance da BMW – algo como AMG para a Mercedes e a SVT para a Ford. São os carros mais empolgantes da marca – e agora SUV e o Crossover também ganharam o “tratamento” M.
Esses são o SUV X5 M (azul) e o Crossover X6 M (vermelho). São máquinas com MUITA potência – 550 cavalos de potência, coisa de Ferrari. O motor é um V8 4.4 – o mesmo do modelo comportado, mas com tratamento para ganhar 150cv (como se 400cv não fossem suficientes)
BMW X6 M
BMW X5 M
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Eu tenho particular atração pelos automóveis ingleses, eles nos deram aquele que eu e o falecido Comendador Enzo Ferrari consideramos ser o carro mais bonito de todos os tempos, o Jaguar E Type, bem como este ícone que por décadas manteve sua forma básica quase inalterada, o Mini. Para quem não conhece trata-se de um carrinho que em um espaço de quase 40 anos de produção, entre 1959 e 2000, quase não mudou de feições, e fixou-se como ícone, sendo inclusive protagonista do clássico “Italian Job” e de sua refilmagem de 2003.
Em 1994, a BMW assumiu o controle acionário do grupo Rover, proprietária da marca Mini, e se manteve sua proprietária até março de 2000, quando vendeu todo o resto e ficou apenas com ela, a marca Mini. Em 2001, foi operada a verdadeira mágica de remodelar o ícone sem que se perdesse sua identidade, coisa aliás, que a Porsche faz constantemente com seu modelo 911.
Nasceram assim os novos MINI.
E é justamente um lote destes Novos Mini que estão vindo para o Brasil. Estarão disponíveis aqui três versões do carrinho: o Mini Cooper, o Mini Cooper “S”, e o Mini Cooper Clubman. A motorização básica é quatro cilindros de 16V e potência de 120cvs, a versão “S” tem turbo compressor que eleva a potência para 160cvs, e traz em seu capô um par de listras que lhe diferenciam da versão menos potente, o consumo médio varia, pasmem, entre 12,6 e 14,4km/l na cidade e 18,5 e 22,2km/l na estrada. O comprimento do carrinho é de aproximadamente 3,7 metros (3 cm a mais que um Ka), o modelo Clubman, na prática sua versão perua, tem 22 centímetros a mais de comprimento.
Segundo a assessoria de imprensa da BMW os automóveis serão oficialmente lançados, e chegarão às lojas, em abril. O preço a ser praticado ainda não foi revelado, tudo que nos foi informado é que “o preço será inferior ao do praticado por importadores independentes”, que gira em torno da casa dos R$ 100 mil. Quanto às fotos da chegada de um lote destes carros em Santos, nos foi confirmado se tratar de fotos feitas pela marca.
Na Inglaterra, os Mini têm um incrível sucesso comercial, até bem pouco tempo era praticamente impossível conseguir desconto em sua compra, mas como todas outras marcas, teve suas vendas abaladas em decorrência da crise econômica. Coisa muito bem retratada na 12ª foto deste link. Pessoalmente considero o Mini um carro para mulheres, já disse isso aqui antes, mas bem que o Cooper “S” e seus 160cvs, dão um caldo bacana
Clicando nas fotos, você as verá em melhor resolução. Várias outras estão na extensão da postagm.
Jeff Chabotte, fã da trilogia De Volta para o Futuro, restaurou uma BMW 633 CSI 1976 para ficar igual ao carro de Griff Tannen, neto de Biff Tannen, que havia atormentado toda a adolescencia de George McFly, pai de Marty McFly no primeiro filme. O carro aparece no segundo episódio do filme, nas cenas ambientadas em 2015.
Chabotte pegou um modelo em péssimo estado, cortou o teto para transformá-lo em conversível (e com isso teve de reforçar toda a carroceria para evitar que o carro virasse uma “sanfona”) e buscou peças do original do filme – que estaria bem danificado, com quase todas as peças perdidas ou destruídas – 3 dos pneus são do filme, assim como a lanterna – quebrada na cena da perseguição de skate
O nível de detalhe impressiona – até mesmo a parte que estaria sendo reconstruida, com pintura cinza (parecendo massa de funileiro) está presente no carro. Na extensão da postagem mais algumas fotos do carro e da restauração. Clique nas imagens para ver em tamanho grande.
Clique aqui para ver mais fotos do carro e da restauração
Eu sempre fui fã dos carros da marca BMW, ainda lembro quando no começo dos anos 1990, logo que abriram a importação dos carros usados tive o prazer de dirigir uma 750i, 12 cilindros, potência pura, mas era um carro molão, a sensação a 200 km/h (em um autódromo, antes que me crucifixem) era a que de que mesmo na reta o controle poderia se perder. Mais de dez anos depois, tive outra oportunidade de “pisar” numa série 7, foi em 2002 em uma 745i de 330Cv, fiquei impressionado com o avanço dos carro, ao contrário da 750 de 10 anos antes, a 745i parecia um carro de kart, MUITO no chão, cheguei inclusive a fazer uma rotatória com o pé embaixo, “testando o controle de tração” com a autorização do dono.
Os modelos seguintes da fábrica bávara foram sempre muito bonitos, sóbrios e modernos ao mesmo tempo, em minha opinião, um equilíbrio perfeito de formas. A coisa começou a ficar esquisita quando eles lançaram a série 6, mas eu debitei isso no meu gosto pessoal, fiquei achando até que, talvez, a série 6 não fosse tão feia assim, aí aconteceu aquela coisa chamada BMW X6. Mas vá lá, o carro, que foi testado pelo Top Gear Australiano e consegue não ser bom na estrada e muito menos fora dela, era mais um esquisitão da linha 6. O problema, talvez, fosse de fato o meu gosto.
Mas hoje eu começo achar que não… vejam as fotos que vazaram da nova BMW série 5 Gran Turismo, e entendam o que eu estou falando.
Já postei aqui, emu ma série que tratava de arte e carros, sobre os BMW Art Car, carros que a BMW comissionava a artistas em destaque, para que estes, com carta branca, usassem o carro como tela para export sua arte.
Hoje, meu irmão encontrou esta página e passou a bola para mim.
A BMW, que irá oficialmente exibir o modelo Z4 no Salão de Detroit agora em janeiro, resolveu fazer arte não apenas em grande estilo, mas arte grande, literalmente. O artista plástico Robin Rhode usou um Z4 2009 para fazer um gigantesco quadro, enquanto o diretor Jake Scott filmava o processo.
Gerando buzz com muito estilo!
Segue abaixo a filmagem, e na extensão da postagem várias outras fotos.