Rolls Royce Phantom Drophead Coupé – talvez o conversível mais luxuoso do mundo
Custando mais de US$400 mil (lá nos Estados Unidos), oferece detalhes inacreditáveis…

Além do visual

e do status

O Phantom oferece até um guarda-chuva. É, um guarda chuva.

Verdade, olha onde ele fica guardado!

é só abrir a porta, que é estilo “suicida”, apertar o botão e voilá! um guarda-chuva com grife Rolls Royce!

Os mimos não param por aí

O cinzeiro deve ser de prata

Porta copos, claro.. cercado de couro

a tampa da capota, de madeira… de bom gosto!

Ou de alumínio… ou é aço?

Até o motor parece uma obra de arte. A potência? “suficiente”, de acordo com a Rolls Royce.

não precisa virar a chave, só apertar o botão para ligar.

Conforto extremo

Cada detalhe é inspecionado pra não ter uma rebarbinha ou fiozinho de costura solto

Cinza também é lindo

Um doce pra quem souber a história da estátua. E comentar.

Feio de capota fechada? de jeito nenhum!

Elegante!

Maravilhoso!

Até eu estou me enchendo com os elogios.

Será que é refrigerado? aposto que sim

Engraçado como madeira de verdade fica bonita no painel… essas imitações plásticas são horríveis! mas o original é outra coisa!

Olha o clássico relógio no meio do painel… essa madeira é realmente de bom gosto.

Isso é… não sei. Deve ser um cinzeiro e um porta treco.

Olha a classe dos botões dos vidros elétricos. E são os 4, não só os dianteiros. Chiquééérrimo.

Agora a classe mesmo está aqui – olha lá, não tem conta giros – tem um medidor de “Reserva de Potência”, que mostra quanto você tem de potência sobrando para acelerar. Sublime.

Tem air-bag, mas não precisa ficar escrevendo no volante pra dizer que tem.

O que é isso?

Um cinzeiro. Para charutos, claro. Que finesse.

Legais as portas suicidas, principalmente para moças de saia (ficarem reclamando)

Até o interior vermelho tem classe, não parece um carro tosco.

Olha o que tem escondidos no porta-trecos central – controle elétrico dos bancos, que tem até memória.

Não sei o que é isso, se é algo pra discar o telefone com bluetooth ou código de segurança para o carro..

E preto então?

Sensacional

Detalhe do reflexo – olha uma Porsche branca lá!

Que rodas… (para ver mais rodas de super carros, clique aqui!)

é… para pouquíssimos!
Os links abaixo têm conteúdo relacionado ao que você acabou de ver:
vamos lá…
A imagem da “mulher voadora” colocada sobre o capô dos Rolls Royce é hoje sua marca registrada.
A primeira dessas estatuetas, conhecidas como Spirit of Ecstasy (Espírito de Êxtase), foi encomendada por lorde de Montagu, assim que recebeu seu carro feito à mão, em 1911.
A modelo foi sua secretária, Eleonor Thorton, por quem o nobre tinha explícita admiração.O escultor Charles Sykes foi quem recebeu a tarefa do lorde para fazer uma escultura que representasse a amada sentindo o vento e a “música” do motor de sua nova máquina. Sykes cedeu os direitos de cópia à Rolls Royce, com a condição de que ele fosse o único a produzir as peças. Somente em 1939 a obra virou equipamento padrão da fabricante.
A figura no capô do Rolls Royce se chama “The Spirit of Ecstasy” e vem sendo usado desde 1911. Por detrás dela existe uma história de amor, pois a modelo da figura, Eleanor Velasco Thornton era secretária e amante de John Edward Scott-Montagu, que por ser nobre não poderia casar com ela. Então ele idealizou uma forma de prestigiá-la e inventou a estatueta, que foi esculpida por Charles Robinson Sykes. A figura original tinha o indicador nos lábios, evocando o segredo dos amantes, o que não era lá muito segredo, e foi batizada de “The Whisper”, “A Susurrante”, um bocado de romantismo, realmente. Mas a estatueta somente adornava o Rolls de Montagu e como os outros proprietários desse carro também passaram a adotar o emblema a RR encomendou uma escultura à Sykes, para adornar todos os seus automóveis. Sykes criou então “The Spirit of Ecstasy” em 1911, usando a mesma Miss Thorton como modelo. Como o método de fundição era o da “cera perdida”, cada estatueta era única e foi assinada por Sykes até 1951. Além disso a peça era banhada à prata, o que ocasionava freqüentes furtos, pois se pensava que era maciça; no presente são feitas de níquel polido. Entretanto, o patrão Royce não gostava do adorno e este não era posto nos carros que ele e a família usavam. O fim da modelo da estatueta foi trágico e romântico (?), pois ela morreu quando o navio onde viajava para a Índia (whit Lord Montagu, of course) foi torpedeado em 1915 por um submarino alemão. Lord Montagu sobreviveu. A estatueta também é chamada de “Emily”, “Silver Lady” ou “Flying Lady”. Facinho, né? Foi só ir ao http://www.darkforce.com/royce/ecstacy.htm e pegar isso aí. Cadê o meu prêmio???
O Phantom é meu sonho de consumo já faz um tempo, mas pra mim ele só presta PRETO. Eu não sou nem tão fã da versão coupé, gosto é do classicozão mesmo.
Eu posso estar cometendo um erro ao falar isso mas pelo menos ate pouco tempo atras era proibido usar madeira de verdade no console e volante de carros pois numa batida a madeira ao se quebrar poderia virar uma estaca e machucar os ocupantes. Não sei se esse tipo de exigencia consege atingir a RR, mas marcas como Alfa-Romeo agora usam um tipo de plastico especial imitando a madeira mas já vi ao vivo e não é qualquer plastico não, é extremamente bem feito…
diz a lenda que Charles Stewart Rolls era admirador da arquitectura grega, da onde deteve-se em uma ilustração de um tablóide da época, onde uma mulher alada – The Spirit of Extase
Só não entendi por que umA porshe e não um porshe. Não é um carro? Um esportivo? Ou é uma “caranga” essa é das antigas?
Quanto ao Holls…
que carro maravilhoso!!!!
Será que aceitam meu Opala 91?
Um no outro!
esse carro é “show”, uma coisa que é “feia” é essa frete de caminhão que adotaram, e com esse painel gigante e volnte simplex então… bom só não gostei ds portas suicidas isso me parece muito estranho… não sou chegado a carros brancos, mas esse está demais, mas gostaria do interior bege e não creme… e pelamordeDeus muda essas rodas… são as mesmas desde o protótipo do sedã…
Pelas regras gramaticais chamamos de “o” Porsche o carro e a “A” Porsche a fábrica, assim como “a” Mercedez, “a” BMW para as fábricas e o artigo “o” para os automóveis.Já o caso d”A” ferrari vem do caso da origem italiana onde carro é “macchina” e para os puristas deve se manter a lingua original da “lenda”.
Detalhe sobre as rodas, quando elas giram com o carro em movimento, a calotinha central das rodas fica parada sempre com o RR na posição correta.
Por menor q sejam as fotos, pude perceber o nome “airbag” escrito na parte inferior do centro do volante, ao contrário do q diz o post…
ESTE DISPENSA COMENTARIOS O CARRO E TUDO DE BOM PERFEITO EM TUDO PARABENS PELA MATERIA MUITO BEM FEITA
Sei que os carros são batizados de Phantom “Fantasma”, pois são tão silenciosos que é difícil ouvir eles se aproximando. O painel é DE MADEIRA SIM, imagina que os caras da Rolls vão meter plástico no painel, param de fabricar o carro mas não colocam plástico no painel de jeito maneira.
Há madeiras que quando quebram não deixam lascas, como a raiz de Olmo, que é usada para fabricar volantes.
Detalhe sobre o couro, nas fazandas onde as vacas que vão virar banco são criadas, as cercas e as árvores são forradas para evitar que o animal se arranhe e acabe estragando o couro.
Não é “O”, é sempre “A”, então é A Porsche. No mundo dos automóveis, carros desejados são tratados por artigo feminino, como belas mulheres ou belas amantes, o mesmo não vale pro Corcelão 78 ou Chevettão 84…
Eu acho que o Rolls Royce Phantom de via corre mais de que 160 ele de via chegar a 285 290 e isso tchau
Danilo - Autozine.com.br Reply:
janeiro 15th, 2009 at 13:56
@Douglas, são 160 milhas por hora, ou seja, 256km/h. E isso não é a máxima dele, que deve ser bem menor.
Valeu, Rusnel! Essa é a verdadeira história da estatueta dos modelos RR. Voce detalhou até demais, o que deveria permancer em segredo, mas, agora e como se fala no Brasil “já era”.
O Marcelo, que postou sobre Charles S. Rolls, ele já havia falecido, vitimado por desastre aeronáutico (foi o primeiro acidente aéreo da história com vitima fatal), isso em 1910. A grade do radiador tinha sim, um apelo ao Partenon Grego e muitos outros carros daquela época exploraram esse designer. A RR mantem a tradição até os dias atuais.
Lembrando que o guarda chuva dentro da porta, que é laarga pacas, acompanha todos os modelos Phantom!!
Mas pensando bem aquela madeira no do painel fica mto cafona c/ o interior vermelho…
Mas se me dessem um desse eu não recusava não!!!
Andrezinho Reply:
julho 31st, 2009 at 19:48
eu tambem achei, ficou muto estranho, e o cara que postou acho que com certeza iria meter o pau nessa estranha combinação, mas ele elogiou tanto o carro, q ate desanimou de criticar esse “defeito”..
mas acho que se colocasse marfim, ai seria outra coisa…
no mais o carro e muio show, coisa fina mesmo, e acho que com tanta beleza e luxo, nem precisa correr tanto…
porta-luvas refrigerado… gostei, da até pra levar um sorvetinho, pra tomar durante a tediosa viagem (o problema é o estofado dos bancos, né? xD)
Sinceramente, a única coisa que achei feia, se me permitem criticar um carro dessa categoria, foi o volante, achei que merecia um desenho mais atual… sei lá.
walter Reply:
setembro 7th, 2008 at 14:40
pq assim como dizemos uma ferrari, tbm dizemos uma porsche… o nome é feminino
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Adriano Reply:
abril 15th, 2009 at 10:37
@walter, Ferdinand Porsche não me parece exatamente um nome feminino.
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