A VW trouxe para a Rio +20 o seu Protótipo de carro elétrico o e-Bulli.
Bulli é o nome da nossa Kombi na Alemanha, e a Kombi, se eu não estiver enganado é um dos carros mais velhos ainda fabricados no mundo, pelo menos aqui no Brasil Kombi é tipo fusca, em cada esquina praticamente tem uma hahahaha.
Mas a VW deu um belo tapa na Kombi, deixando ela com um ar moderno, bem distante dos modelos que a gente conhece.

O Motor eletrico faz 300KM e tem uma velocidade maxima de 140km (lembre-se é uma KOMBI, mesmo com esse belo visual é uma Kombi)

A edição elétrica do Bulli tem 3,99 metros de comprimento, 1,75 metro de largura e 1,70 metro de altura. O T1 era um tanto mais comprido e mais alto, porém mais estreito. Com uma distância entre os eixos de 2,62 metros, o e-Bulli utiliza muito bem o seu comprimento geral. Também impressionantes são as larguras de via relativamente amplas do e-Bulli (1,50 m na frente e atrás) com relação à largura da carroçaria.
Parte frontal: Como a versão Samba lançada antes dele, o e-Bulli foi apresentado mundialmente em 2011 no Salão de em Genebra e também possui pintura em dois tons – nesse caso branco e vermelho. O “V” sobre o capô é mantido na cor branca. O capô de fato abriga o motor: em vez de tração nas rodas traseiras com um motor boxer, como na Kombi, o e-Bulli possui um motor elétrico localizado na frente do eixo frontal e tração nas rodas dianteiras. Eis aqui um compacto mecanismo de acionamento cujos principais componentes são um motor elétrico, um inversor de frequência de alta tensão e um conversor para o sistema elétrico de 12 volts.

Como o design da carroceria, o interior também é marcado por um nível de claridade cuja aplicação consistente só pode ser encontrada em um Volkswagen. O compartimento dos passageiros – imerso em luz durante o dia graças ao seu teto solar panorâmico – também traz algumas surpresas.
Um realce prático: como o T1 no passado, graças ao seu piso nivelado o e-Bulli também é equipado com uma única fileira de bancos na frente. A van também oferece espaço para três pessoas na parte de trás.
“Infotainment”: um iPad removível no console central serve de tela sensível ao toque multifuncional. Juntamente com as aplicações para iPad baseadas na Internet e a central multimídia, o tablet também cuida do controle de funções tais como telefone com Bluetooth e sistema de navegação. Integrados exatamente na base do iPad há controles para o ar-condicionado e o interruptor de luzes intermitentes localizado na parte central.

Ele não possui conta giros, já que é eletrico e tambem não possui marchas, apenas para frente e ré.

Bom eu achei muito bonito, mas não curto muito esses motores elétricos, é muito bla bla bla  e pouca autonomia real.

Já pude andar com um desses em um evento em SP, apesar de serem lindos o maior problema é que no Brasil essa realidade ainda está muito, mas muito longe de ser conseguida, pois para se ter carros eletricos, precisamos ter primeiro energia suficiente para que possa abastatecer esses carros, segundo que teremos que ter postos praticamente na mesma quantidade do que temos hoje para o combustível atual, afinal, não da pra ficar indo longe para abastecer, isso precisa ser pratico e o mais importante, que o preço abaixe e seja acessivel para a população, pois de nada adianta fazer um carro eletrico e esse carro só puder ser comprado por meia duzia de pessoas, pois o valor desse carro é impraticavel para 99% da população do planeta, e ai meus amigos de pouco adianta um carro eletrico, se a grande massa continua com seus carros, poluindo como sempre.

Abraços a todos.

 

 

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Comentários

  1. José Carlos Ferreira Pinheiro disse:

    Sou suspeito para falar mal da Kombi. Não gostei quando saiu o modelo com pára-brisa panorâmico. Na minha opinião, naquela época ocorreu uma descaracterização da perua, que para mim perdia o encanto de passaporte da alegria. Tenho 59 anos e posso garantir que aprendi a dirigir numa Kombi 1960, Cinza rato embaixo, colunas e capota na cor branca, ainda sem janelas na área sobre o compartimento do motor traseiro como nos modelos da Alemanha, sendo que havia uma única janela na porta traseira, possuía pára-brisa com divisão no meio, puxadinho da capota para a frente sobre o mesmo dando acabamento e charme, com duas entradas de ar sob este trecho avançado da capota e sobre o pára-brisas, que através de um botão redondo no teto, ventilavam por cima as cabeças dos tres ocupantes do banco dianteiro. Havia também um cinzeiro com tampa no cento do painel, local para o rádio Bosch onde se ouvia a Rádio Eldorado (Companheira de Estrada que se misturava com a neblina, com o ar ainda puro e com o cheiro de mata molhada da Serra do Mar), janelas laterais das portas da frente do tipo de correr, forração lateral monocromática geralmente cinza feita de uma espécie de acartonado que tinha como acabamento um relevo ondulado semelhante ao desenho de pequenas bolhas, que junto com o cheirinho de zero Km e o barulhinho da mudança de marchas localizadas no poso em paralelo com a alavanca de freio de estacionamento, dava aos meus 08 anos de idade, uma grande sensação de liberdade. Convidado por um padrinho a descer a Serra da Anchieta até Santos duas vezes por semana no período da tarde após as aulas no Grupo Escolar César Martinez em Moema, íamos levar carga de produtos farmacêuticos em caixas de papelão, até Santos ou São Vicente. Estas cargas juntamente com duas outras futuras Kombis (61 e 62), deram origem a imensa Transportadora “Transdroga”, hoje extinta. Durante as primeiras quatro ou cinco quadras que davam início a pequena viagem de 60 Km após nossa saída, ela era dirigida por mim, que em pouco tempo já a dominava como uma velha amiga. Ainda consigo recordar do som do motor na traseira, ao fundo do compartimento de cargas, durante o retorno, na subida da Via Anchieta, única estrada para a baixada, rumo ao mar. A praia de Itanhaém(Litoral sul de São Paulo), era outro local de treinamento de volante. Sei que como projeto, ela não era nenhum exemplo de designer, tanto que recebeu o apelido de “Pão de Forma” e que apesar de espaçosa para carga, era também bastante instável nas curvas quando vazia. Mas hoje, eu ficaria muito feliz se pudesse ter uma Kombi exatamente idêntica àquela, no mesmo estado de zero Km, para tê-la como peça de coleção e nunca mais vendê-la. Este novo modelo realmente representa uma grande repaginada na imagem original que caracterizou a Kombi, lembrando que isto precisava acontecer um dia. Achei interessante, provavelmente mais confortável para as costas e coluna vertebral do condutor (Sem dúvidas), mas ainda há muito o que se fazer para que ela possa cooperar para aliviar o nosso ar e realmente ocupar espaço em nosso trânsito caótico, vez que seriam necessários incontáveis pontos de recarga elétrica, para manter suas baterias em condições de operação. Quem sabe, um dia. Pelo menos, acredito que estaria chegando ao fim a prática de adulteração de combustíveis, não levada a sério nem pela ANP – Agência Nacional de Petróleo, que ao receber denúncia formalizada e assinada por mim, só compareceu ao local quatro meses após. Isto ocorreu em fins de Dezembro de 2011 e só recebi a comunicação de vistoria, exata e coincidentemente, hoje, 17/06/12. Vamos que vamos.
    Um grande abraço a equipe do Autozine e parabéns pelo trabalho sério. É disto o que o Brasil precisa.

    Carlos Pinheiro
    arquiteto