Veja os destaques do Salão de Nova Iorque (Ou New York, como preferir) – começando por um belo Rolls Royce
BMW X6M – clique nas fotos para vê-las ampliadas
Após o publieditorial sobre o Citroën C4, a Rede de Concessionários Citroën nos convidou para fazer outro post sobre o C4, mas desta vez “com as mãos no carro”. O Citroën C4 Hatch chega para completar a família C4, junto com o VTR, que tem 3 portas, o sedan Pallas e a C4 Picasso. Pude dirigir o carro e conhecê-lo em detalhes – e mostro aqui para vocês. Clicando nas fotos você poderá vê-las em tamanho maior.
O Citroën C4 vem lutar na categoria de médios premium – que tem consumidores exigentes e procuram beleza, ótimo acabamento, muitos equipamentos de série e um carro “gostoso de dirigir” – e eu posso dizer – eu conferi, e dá muito prazer ao dirigir – não tem aquela “moleza” que muitos automáticos tem – o motor 2.0 flex de 151cv garante força para empurrar o carro – e garante muita diversão com o Tiptronic System Porsche.
Opa, este post é dedicado especialmente aos eco-chatos excessivamente ecologicamente conscientes que quase me crucificaram quando eu disse o óbvio, ou seja, que a quase totalidade dos carros verdes eram feios, salvas poucas exceções. Fiquem felizes meus caros, a Tesla, companhia que até o momento vendeu 250 unidades do Roadster, revelou no último dia 28 o seu segundo modelo o “S”, e ele é um sedã LINDO.
O primeiro veículo da fábrica já era bonito, mas também ele tinha que ser já que o Roadster é basicamente uma Lotus Elise com as tripas transplantadas, mas o “S” tira o fôlego, parece uma boa mistura de Aston Martin com Maserati.
E não é só bonito, tal como o seu irmão menos e mais velho, o sedã chega rápido à velocidades altas, vai de zero a 96km/h em apenas 5,5s e tem espaço para SETE pessoas (cinco adultos e duas crianças, que vão em bancos dobráveis sob a traseira hatch). O carro estará disponível em três níveis de autonomia: 257km, 370 e 480km. Será também disponibilizado pela fábrica um carregador rápido que operará em 440 volts.
Outra diferença fundamental do Modelo “S” é o preço, trabalhando em escala maior, com produção estimada de 20.000 unidades/ano, ele custará menos da metade dos cem mil dólares do modelo Roadster, ficando em US$ 49.900,00 depois do rebate de um rebate de impostos dado pelo governo norte-americano aos compradores de carros híbridos, e/ou movidos por energia alternativa. Deve ser somada ainda uma economia variando entre dez e quinze mil dólares – o Autoblog não estipulou o tempo, mas eu estimo 3 ou 4 anos, que é o prazo médio de leasings nos EUA –, em relação ao custo de manutenção de um carro com motor à explosão.
O lado ruim, é que o carro só deve começar a ser vendido no terceiro trimestre de 2011…
Alguns números do Tesla S:
Clicando nas fotos, elas podem ser vistas em maior resolução, várias outras estão na extensão da postagem.
Se você morre de medo de ser assaltado, mora numa cidade como Rio de Janeiro ou São Paulo, ou tem medo de um acerto de contas, esse é seu carro. Knight XV Armored SUV – praticamente um tanque de guerra – mais parrudo (e maior) que o Hummer, Blindado, 4×4 (chegue ao fim do rally vivo)
Com produção limitada (inicialmente) em 100 unidades, o carro é feito a mão e leva 1500 horas de trabalho para ficar pronto. Clicando nas fotos, você pode vê-las em tamanho maior.
Clique aqui para mais fotos e informações desse monstro
A Chevrolet apresentou, no Salão de Chicago 2009, os novos carros que serão as Estrelas do filme Transformers – Revenge of the Fallen
Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior
Com destaques para os novos mini-carros da GM, que podem ser o futuro da montadora - Chevy Trax e Chevy Beat
Quem levantou esta bola não fui eu, foi o site Tree Hugger, que explica em seu editorial que um carro “verde” em sempre é bonito… eu iria um pouco mais além, alguns dos carros listados abaixo são um pouco mais feios que bater em mãe na noite de natal por conta do presente…
*Edit*: eu não sou contra carros ecológicos, tanto é que escrevi muito empolgado sobre o Honda FCX Clarity – que usa célula de hidrogênio -, aquele sim, um carro ecológico DE VERDADE, que não usa centenas de quilos de baterias de níquel-metal hidreto, de vida útil limitada e que precisa ser descartada de forma especial, não utiliza energia elétrica que nos países de primeiro mundo é barata por ser oriunda de usinas nucleares (aqui no Brasil seria completamente inviável qualquer carro elétrico por conta do alto custo da transmissão de energia que temos) e finalmente não depende de combustíveis fósseis, aí, e só aí, quando a produção for viável para massas, já que depende da criação de uma forma economicamente eficaz para obtenção de hidrogênio, o mundo estará realmente perto de um carro cuja pegada ecológica seja restrita a sua produção, sem ações predadoras anteriores ou posteriores. Então caros, entendam que não sou contra carros verdes, apenas não engulo bobagens e de fato considero os carros abaixo verdadeiras ‘coisas’. Antes seus fabricantes tivesse procurado designers, até mesmo em faculdades, para criar algo que pelo menos não fosse feio.
MiniC.A.T.
Trata-se de um carro movido à ar comprimido, provavelmente o sonho dos ecologicamente corretos, para isso basta usar uma compressor de ar também verde, confesso que fiquei imaginando algum xiita usando uma daquelas bombinhas de pedal para ‘encher’ o receptáculo do carro.

Morreu João Augusto Conrado de Amaral Gurgel, o fundador e dono da extinta fábrica de automóveis Gurgel, nesta Sexta-Feira, 30 de Janeiro de 2009, vítima de complicações do Mal de Alzheimer, doença da qual sofria a oito anos.
Amaral Gurgel começou a produção de veículos na década de 60, começando por Karts (Gurgel Júnior), mini-carros para crianças e realizou até experiências com veículos elétricos, bem antes de carros elétricos serem viáveis e necessários.
Fundou a fábrica de carros que levava seu nome em 1962, na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo. Buscava construir veículos com 100% de nacionalização, geralmente com chassis tubular e revestido de plástico reforçado com fibra de vidro, que também era utilizado na carroceria. Não suportando a concorrência das multinacionais muito bem equipadas e bem patrocinadas, a Gurgel encerrou suas atividades em 1994.
Na foto acima, o BR-800, um dos mais conhecidos modelos da marca, que pesava menos de 700kg, e tinha um “meio” motor de fusca, com 2 cilindros, 0.8 (daí o 800 do nome) e somente 36cv de potência.
Clique aqui para mais fotos de modelos Gurgel, genuinamente nacionais