Artigos na Categoria: " Inusitados "

Uma frase óbvia, aplicável a tudo na vida mas que deve ser especialmente levada a sério quando se trata de dirigir. Lembro de quando estava aprendendo a dirigir e meu pai dizendo “…Não importa o carro que você tenha, não importa a estrada nem o trânsito, não importa se você tem 20, 30 anos de carta e nunca se envolveu em um acidente: Esteja pronto para tudo. TUDO.”… e complementava, sobre cruzamentos “você pensa ‘ah mas ninguém passa ali agora’, mas o que impede que alguém realmente passe ali agora, da mesma forma que você?”
O risco pode ser baixo, mas basta que ele exista para que seja possível, basta a possibilidade de acontecer uma vez para que possa ser com você. Portanto, dirija bem, dirija rápido, dirija da maneira que achar melhor, mas seja prudente e esteja pronto (você e seu carro) para uma situação de emergência. E isso nós aprendemos com a vida, e podemos ver neste vídeo:
Mesmo o piloto sendo profissional, com todo tipo de treinamento e experiência, tudo isso caiu por terra com o susto e a reação mais intuitiva possível naquela situação: FREIE. Mas em compensação, mesmo após duas pancadas violentas (outro carro bateu nele logo depois) soube escapar a tempo de acontecer uma tragédia. Entendeu agora por que muitos pilotos se preocupam tanto com a própria saúde e exercícios?
Veja, reveja, por várias vezes. E acredite, acidentes assim são mais comuns que se possa imaginar.
Via: Crank and Piston
Ao contrário do que a maioria pensa, ornamentos de capô não surgiram como enfeites, pelo menos no início. Nos primórdios do automóvel, não havia bombas de água, válvulas termostáticas nem nada do tipo. Os motores eram refrigerados segundo o princípio das correntes de convecção e isso muitas vezes não dava conta das exigências térmicas dos motores. Por conta disso, uma empresa chamada “Boyce Motormeter Company” desenvolveu uma tampa de radiador que também tinha um medidor de temperatura da água do motor, isso em 1912.
Daí em diante não demorou para surgirem formas, desenhos e logotipos de automóveis presos na tampa dos radiadores dos carros da época. Daí pra frente todos sabemos da importância que tais ornamentos exerceram nos automóveis até o final da década de 50. Mais do que um enfeite, era algo que transparecia a essência da marca, do modelo, da crença de seu proprietário. Hoje poucas mantém tal tradição, as quais posso citar a Mercedes-Benz e Rolls-Royce.
Mas como tudo em acessórios e personalização, há o bons e maus exemplos, mas creio que os deste post sejam ao menos engraçados… Clique aqui para ver mais! leia mais
O Batmóvel é um dos mais famosos carros do cinema e evidentemente inúmeras réplicas foram feitas, mas nenhuma chega aos pés da que abordaremos neste post. Clique aqui para mais detalhes leia mais
Tem coisa, que quando me passa pelas mãos, e eu faço uma pesquisa, me deixa de queixo caído. Os carros deste post são uma destas coisas, principalmente por ser uma tecnologia MUITO antiga, e usada desde a década de 1920.
Como vocês poderão ver, todos os carros têm caldeiras alimentadas por biomassa (no caso, madeira), e o mais impressionante, a única adaptação necessária, além da óbvia, é no carburador! Sério!
A pegada aqui é a seguinte. O processo chama-se ‘combustão incompleta de combustível sólido’, ou seja, a biomassa queima e se gaseifica, mas sua queima não consumiu todo o material combustível que ela continha. Os gases resultantes desta queima são o monóxido de carbono e o hidrogênio, que se misturam, formando o que se chama de Gás de Síntese, ou gasógeno, e são armazenados em um tanque próprio.
Sim sim, é o ‘famoso’ gás de gasogênio, e se você gosta de história, já deve ter escutado algo a respeito do seu uso, até mesmo no Brasil durante a Segunda Grande Guerra. Este gasógeno, que é inflamável por conta do hidrogênio que traz na mistura, pode ser injetado diretamente no sistema de combustão do carro, daí a necessidade de adaptar o carburador.
Taí mais um item de decoração para qualquer apaixonado por automóveis que não sinta mal ao ver uma Ferrari destroçada. O designer Charli Molinelli precisou “somente” de uma Ferrari batida e prensá-la na medida da mesa. Daí pra frente, restou apenas cortar e montar o revestimento em madeira e vidro… Clique aqui para mais foitos! leia mais
O sentimento por um carro é uma coisa interessante: Quando gostamos de um carro mesmo, e o conhecemos bem e confiamos nele, achamos que dá pra ir até a lua com ele. Acho que foi o caso do dono deste Bentley Continental Flying Spur (amém!), que talvez tenha achado que a tração integral compensaria o fato de seu carro ter pneus para asfalto e ser super baixo ao rodar com ele pelo deserto.
Não sei se é desapego ao carro, se foi uma brincadeira que acabou mal ou simplesmente burrice. Basta olhar em volta do vídeo e ver o perfil dos veículos que por ali passam pra perceber que não é qualquer carro que passa por ali…
O Continental Flying Spur possui um motor 6.0 V12 com 560cv, capaz de levá-lo de 0 a 100 em 5,2 e a máxima de 312Km/h… No asfalto, evidentemente.
Se ele quiser, nós do Autozine podemos explorar ao máximo a tração integral do Bentley. E prometemos entregá-lo sem marcas de terra. E não, não nos incomodaremos com o consumo de 5,8 Km/l na estrada…
Via Saudi Shift

Nos comerciais de seu primeiro SUV (na verdade um Dodge Journey com algumas alterações) a Fiat usou dos mesmos artifícios da Nissan para atacar a concorrência: O humor, satirizando comerciais cheios de pompa e afirmações altamente exageradas. Assista o vídeo abaixo com todos os comerciais da série e divirta-se:










