Voltemos ao ano de 1991: O mercado Brasileiro ainda estava abrindo suas portas às importações e mesmo se adiantando a tal acontecimento, nossa indústria era carente de carros verdadeiramente modernos. A injeção eletrônica foi lançada somente 3 anos antes (Gol GTi) e no segmento de médios, as únicas opções a se considerar eram o Santana/Versailles e Monza, ambos recém reformulados, com versões “injetadas” e até mesmo freios ABS (Santana).

Apesar da modernização de ambos, dois modelos (Santana e Versailles eram o mesmo carro) é muito pouco para um segmento que se tornaria o mais importante, disputado e rentável do mercado hoje.

É aí que entra a Fiat: Na época com apenas 15 anos de mercado, era vista por aqui como uma marca de carros “pequenos e baratos”. Para alcançar a liderança era bom que ela atuasse em todos os segmentos e o Tempra foi o primeiro passo para a diversificação da linha, e chegou em alto estilo:

Seu design era genuinamente europeu e contemporâneo: Traços sóbrios, levemente arredondados que terminam numa traseira elevada e curta. A aerodinâmica favorecida pelo formato em cunha da frente, vidros rentes a carroceria, limpadores de parabrisa mais recuados e retrovisores “vazados”, todas técnicas recentes na época. Poucas coisas foram mudadas para cá, como retrovisores, alojamento da placa traseira e a remoção do limpador traseiro (sim, ele tinha isso).

Mas enquanto no design poucas coisas precisaram ser mexidas, no resto a Fiat brasileira teve que retrabalhar todo o veículo. Explico: Na Europa, o Tempra era um sedã médio normal, que tinha como superior o Fiat Croma. É a mesma relação que o Monza tinha com o Omega por aqui.

O primeiro Tempra (Quatro Rodas - Dezembro/1991)

Mas no Brasil a Fiat queria “matar dois coelhos com uma cajadada só”, o Tempra competiria com sedãs médios como Monza e Santana/Versailles, quanto com modelos de topo como o Omega, portanto enquanto na Europa ele tinha versões de 1.4 a 2.0, aqui ele só seria vendido inicialmente com o 2.0 8V que já equipava seu antecessor argentino, o Regata.

Pneus mais largos e de perfil mais alto, uma suspensão recalibrada (a traseira diferente do italiano) e novos pontos de solda na carroceria o preparavam para nossas ruas, o acabamento e até mesmo a densidade das espumas dos bancos também foram alterados para prover maior conforto em relação as versões européias e o comportamento dinâmico do carro o aproximava de um modelo premium.

O belo e sofisticado painel dos modelos 95 em diante (Quatro Rodas/Maio 1994)

Em resumo, um carro totalmente revisto e retrabalhado para as exigências brasileiras, com um design muito elegante, de andar macio e recheado de equipamentos. Você, caro leitor também deve estar se perguntando: “Por que com isso tudo o Tempra ainda não deu certo?”

Os problemas

Basicamente, foram três principais problemas:

Injeção eletrônica: Início da década de 90, abertura das importações e um mercado ávido por novidades. A injeção eletrônica ainda era uma novidade e um grande diferencial frente ao carburador. Você lançará o modelo top de linha de sua marca, um carro moderno que competirá com os melhores do mercado. A principal marca do segmento e também sua principal concorrente nisso (Chevrolet) havia anunciado injeção eletrônica de série para todos seus modelos médios a partir do ano seguinte (1992). Então por que diabos você vai lançá-lo com carburador?! E foi isso que a Fiat fez, e por conta do carburador, houve a necessidade de um catalizador para controlar os poluentes (o PROCONVE estava começando), que piorou ainda mais o desempenho, resultando em 99cv, 0-100 em 13,8s, máxima de 166Km/h e um cheiro horrível de ovo podre pelo escapamento. Isso acontecia pela falta de sonda-lambda que corrigiria a mistura ar/combustível e eliminaria tal problema. O Tempra só recebeu injeção eletrônica com o lançamento da versão 16V em 1993 e somente em maio de 1994 (já como modelo 95) o 8V finalmente recebeu a injeção eletrônica (e a famosa versão Turbo).

Cebolinha: O principal causador de problemas do Tempra foi a cebolinha que arma a ventoinha do radiador, que mal posicionada detectava a temperatura errada e só armava a ventoinha aos 110ºC, temperatura que pouquíssimos motores (e óleos) suportam sem danos. Com a frequente exposição a altas temperaturas era comum problemas no cabeçote e motores fundidos. A Fiat custou a descobrir o problema e fez um kit de reparo que é muito simples e consiste basicamente na mudança da posição da cebolinha, que faz com que o motor dificilmente passe dos 90º. Mas já era tarde, o Tempra já estava ganhando má fama por conta disso, que junto a reparos mal feitos (poucos sabiam reparar seus motores corretamente, em especial o 16V), comprometiam o resto do motor e causavam  muitos defeitos.

Óleo: Nos anos 90, o óleo mais comum era o 20W50, que atendia as exigências de praticamente todos os carros nacionais e inclusive era o especificado pro Tempra (Selénia Semi-sintético API SH). Porém, como sabemos, motores 16V e Turbo trabalham sob altas pressões e temperaturas, o que faz com que mesmo com óleo sintético, a troca seja abreviada para cerca de 5 mil Km, no máximo. Problema é que além de desconhecidos pela maioria, todos os óleos sintéticos e semissintéticos eram importados e custavam uma pequena fortuna. Com isso, praticamente todos usavam óleos minerais. Em alguns casos não é problema, basta diminuir o espaço de troca ainda mais para 3 mil Km, por precaução. Mas a Fiat parece ter mantido as especificações européias, onde se tem gasolina de alta qualidade e óleos também e recomendava a troca somente a cada 20.000Km ou 18 meses (o que ocorrer primeiro). Em casos extremos, a quilometragem cai pela metade e ainda sim 10.000Km é um tanto alto pra um motor aspirado, quiçá de um Turbo! Daí basta fazer as contas: Problemas com alta temperatura + óleo mineral + grande intervalo entre as trocas e o resultado não é nada bom…

Concessionárias: Não eram poucos os casos de erros de concessionárias, seja no diagnóstico quanto na reparação do Tempra. Não se sabe se foi por falta de treinamento dos mecânicos, ou pelo fato dele ser um carro totalmente novo e bem mais moderno na Fiat brasileira, fez com que muitos proprietários passassem apuros com revisões mal feitas, reparos inadequados, gambiarras e etc. Uma breve pesquisa nas opiniões de proprietários de sites como Best Cars apontam isso também.

As lendas

Tempra Turbo, uma lenda no melhor dos sentidos (Quatro Rodas - Maio/1994)

Se não bastassem os problemas citados anteriormente, algumas lendas “ajudaram” o modelo, como por exemplo:

“Manutenção cara”: Não se sabe exatamente como surgiu, mas a manutenção do Tempra não era a mais barata, como também não era a mais cara. Ficava bem no meio termo, como podemos ver neste link comparativo.(terceiro artigo)

“Beberrão”: Acredito que a combinação motor carburado subdimensionado para o veículo + catalizador, que “amarra” ainda mais o desempenho do motor, faça com que inevitavelmente este seja mais exigido que outros de modelos semelhantes, o que aumenta o consumo. E isso é agravado com desregulagens do carburador, que pioram ainda mais a situação.

“Quebra fácil”: Um motor que trabalhou sob temperaturas acima das especificadas e/ou após um superaquecimento nunca mais é o mesmo, a não ser que seja muito bem reparado, seguindo todas as especificações e procedimentos de fábrica, coisa rara hoje em dia e ainda mais rara na época, cujos manuais de reparação eram restrito a concessionários.

O problema da cebolinha atingiu a maioria dos Tempras e devido a reparos mal feitos, desencadeava diversos outros problemas. Junto do exagerado espaçamento entre trocas de óleo, muitos motores visitaram a retífica bem antes da hora. E pelos motores serem novos no mercado, a mão de obra mais avançada era restrita e tinha seu preço, que não era baixo.

Uma manutenção bem feita garante um bom carro por muito tempo, e se cuidados adequadamente, os Tempras eram tão confiáveis quanto qualquer concorrente. Infelizmente o índice de desinformação e a manutenção corretiva (só quando se quebrava) eram muito maiores que hoje, e o Tempra não tolera “gambiarras” ou manutenção relaxada. O resultado, todos sabemos.

Conclusão

Tempra 16V (Quatro Rodas - Abril/1993)

Muitas vezes, são os pequenos detalhes que comprometem todo um trabalho, e foi justamente o que aconteceu com o Tempra. A posição de uma simples cebolinha junto da especificação errada de troca de óleo comprometiam o funcionamento do motor e causavam defeitos em cadeia. Se não bastasse isso, concessionárias despreparadas fizeram da vida de muitos donos, um verdadeiro inferno.

O mesmo aconteceu mais tarde com o Marea, que também tinha TUDO pra ser um sucesso, mas que por conta da mesmo espaçamento exagerado entre as trocas de óleo e peculiaridades técnicas não respeitadas, fez com que a imagem da Fiat neste segmento fosse abalada a ponto de hoje, o Linea vender bem menos que o esperado, em grande parte pelo histórico de seus antecessores no segmento.

É uma pena, pois todos eles são ótimos carros.

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Comentários

  1. Divulga! Web! disse:

    Por que não deu certo: Fiat Tempra http://t.co/4UU1cun6

    1. Foi um bom relato da história do tempra, com certeza foi um grande lançamento da Fiat e um ótimo veiculo, por isso que foi o top de linha mais vendido da época, e ainda existem uns que são uns xodós e que seus proprietários nunca querem vender..

      1. silvio vieira disse:

        tenho um tempra 92 alcool original adoro meu carro nao vendo. ate entao nao tem valor no mercado ,mas lata igual a dele nao existe .nao tem picotados na lata ate mais meu recado estou regulando o carburador ele esta fazendo 6kl por litro na estrada tem que fazer 9 vou levar em ribeirao preto na jf carburador a outra vez aconteceu o mesmo e eles resolverao ate mais

  2. Davi disse:

    Ótimo ótimo artigo! Parabéns cara. A nostalgia foi forte aqui agora…

  3. RT @Autozine: Por que não deu certo: Fiat Tempra: http://t.co/mKrs9Gkf

  4. Pereirinha disse:

    Você já teve ou lembra do Fiat Tempra? Saiba por que esse modelo não deu certo. http://t.co/uP2gViDS

  5. adolfo disse:

    Foi esquecido de mensionar o suporte da caixa de direção que apodrece muito rapidamente, e conseguentemente traz problemas maiores.

  6. roberto ardanaz disse:

    parabem professor, sabe tudo de tenpra, e isto mesmo, tenho un, e cuido dele como cuido de min, e tudo que vc falou,otimo carro mas tem que ser cuidado, nao aseita ganbiarra, grasias.

  7. Tenho um tempra 95 a quatro anos e já fui passei por muitas marcas de veículos, pra mim o carro é mais do que excelente, não da manutenção só o básico mesmo. Tem tudo de bom em conforto e qualidade.

  8. wilson alves disse:

    comprei amei de paixao mesmo velhinho

  9. EDILSON PEREIRA disse:

    Parabéns pelos comentários, já tive um tempra 16v 93 por um período de quatro anos, nunca tive
    grandes problemas. Estou querendo comprar outro.

    1. edson disse:

      tenho um tempra 93 2portas 16 valvulas quero vender ta bom so a pintura ta feianha

    2. sidney disse:

      tenho um tempra 97 16v ,estar inteiro completao bancos eletricos, discos nas 4 rodas motor perfeito sem nenhum poblemas mecanicos nem eletricos suspençao nova documento em dia, se ti enteresa podemos negociar entre em conteto.

    3. michelle disse:

      Eu estou vendendo um 16v 95 teria interesse.

  10. Milindrão disse:

    Esse carro é um capitulo a parte na vida de um cidadão com em torno de 30 anos. Quantas vezes eu via passar um canhão desse e pensava “nunca terei grana para comprar um” e hoje eu tenho. Após uma experiencia com um Fiat TIpo, onde obtive conhecimento sobre mecanica, decidi comprar um Tempra. Procurei muito um que desse negocio e acabou dando. Peguei um HLX 97 16V, no qual o vendedor me falou que tinha feito tudo no motor, e eu “ingenuo” acreditei sem ver uma NF sequer. Resultado, o carro está bonito com 113 mil original rodados, mas tive que mexer muito no carro. Tive que fazer o cabeçote todo, radiador, bronzinas, filtros, oleo, e algumas outras coisas. Isso porque pelo baixo valor caiu na mão de varios cachaceiros relaxados e muito Tempras sequer tem aditivo no radiador. Agora o carro está “bom” ainda faltam algumas coisas para arrumar, não fosse a paixão por este carcamano eu não recomendaria a ninguem, pois é um carro MILINDROSO sim! No entanto basta fezer tudo com critério e atenção que o carro te leva e traz com uma potencia e conforto inigualavel nesta faixa de valor.

  11. Tenho um Tempra carburado 93 / 8V e não me arrependo pois é um excelente veiculo e coloca muitos modernos no chinelo.
    Ele não está perfeito mas estou arrumando aos poucos.
    O único inconveniente que eu achei nos dias de hoje é a questão de não achar peças com facilidade e realmente bebe de mais.

  12. Possuo um Tempra carburado 93, sou o segundo dono trato com muito carinho e nunca me deu muito trabalho. Possuo um Ford Focus 2012, mas adoro dirigir meu dinossauro, claro que pela idade do veiculo torna-se dificil a aquisição de peças mas mesmo assim vou mantendo meu velho e bom automovel. Paixão é assim.

  13. olá pessoal eu tenho um tempra 2.0 8v flex e não me arrependo de ter comprado o que falam por ai e puro mito , esse dinossauro é muito bom não da problemas mecanicos e sim eletricos por causas de mecanicos gambiaras e alguns eletrico que consertaõ com má vontade ,alguns mecanicos fogem guando voce leva á sua oficina por que é um gambiarra so sabe troaca peças fiquem de olho nesses caras que esse carro nao dá muita mecanica e sim eletricá e é dificil achar um bom eletricista de auto que tenha boa vontade p/arrumalo pois já faz 8 anos que tenho e é meu xodó ,é confortavel p/viajar sim ,é um auto como os outros , mas e resitente e é uma bala em linha reta e economico na pista para quem tem paixao por autos e assim mesmo ,mas tem que cuidar se nao cuidar todos carros nao presta tem que ter zelo valeu pessoal!!!!!!

    1. nil disse:

      me responde uma pergunta o seu carro e 1 bico e flex ? e economico? quanto ele faz?tenho um e queria por flex nele mas e so um bico

  14. Luickey disse:

    Parabéns, quem não sabia bem o que aconteceu com tempra agora sabe, eu tenho uma tempra sw 95, minha paixão logo de cara, realmente é uma mecanica dificil, mas se vc encontrar um bom mecanico ele tira isso de letra, demorei a encontrar um, e não é mais caro que outros carros, o mais dificil e a parte eletrica pois realmente dificil encontrar um bom eletricista, estou feliz com meu carrão, espasozo, e muito confortável, pena que a fiat deixou de lado essa carro tão bom, ficarei com meu carro muito tempo ainda, trocar so se fosse por algo zero, carro por carro velho fico com meu, falam mal do tempra, não vejo nada de ruim nele, hoje em dia vc encontra tudo na internet, basta ter computador e tempo que resolveram tudo, e alias um bom mecanico, parabéns mais uma vez por essa publicação linda sobre o tempra!!!!!

  15. Comprei um, e ouvi muitos comentarios, pessoas falando que estou doida comprar um carro desse e agora estou com medo! disse que da muitos problemas e é muito caro! se for assim acho que vou vender logo!!

  16. Pablo disse:

    Tenho um Tempra e sou apaixonado por ele, fiz muitas destas mudanças mas nunca soube o tão grave poderia ter sido não te-las feito. Gostei muito de toda esta informação. Um abraço a todos.

  17. ADHEMAR1308 disse:

    SOU O 2 DONO DE UM TEMPRA “PRATA” 93 8v A ÁLCOOL, COMPREI DE UM AMIGO/COLEGA DE TRABALHO ( 1 DONO ) ESTAVA COM +- 80.000KM, HEJE ESTÁ COM QUASE 350.000, NUNCA TEVE O MOTOR OU A CAIXA ABERTOS E ESTÁ PERFEITO, LATA E INTERIOR/ACABAMENTOS TBÉM PERFEITOS, RECEBE TRATAMENTO DE PRIMEIRA E NUNCA ME INCOMODOU COM NADA, CONFORTÁVEL, SEGURO E CONFIÁVEL, POSSUO AINDA UM LOGAN PRIVILEGE 1.6 16V 2009 E MINHA ESPOSA UM FIAT 500 2012 ZERO, PORÉM, PARA VIAJAR É O TEMPRA QUE USAMOS…UMA DICA, MANTER ÁGUA COM ADITIVO, TROCAR ÓLEO ( DE QUALIDADE SUPERIOR ) A CADA 5.000KM OU SEIS MESES, E COLOCAR NO PAINEL UMA CHAVE MANUAL PARA LIGAR A VENTOINHA DO RADIADOR MANUALMENTE QUANDO QUISER ( VERÃO/ENGARRAFAMENTOS, ETC). ABS.

  18. Minha amiga tem um e mesmo velhinho, ele nos leva onde queremos ir.

    Pena que não vingou ( o que será que faltou? Carcaça é linda, motor é máquina, conforto ele tem).

    Ah, mas tudo bem, quem tem o seu que cuide bem, porque ele é lindo.

  19. Carlos disse:

    Muito legal a matéria. Parabéns ao autor.

  20. edivaldo disse:

    tenho o meu e nao troco por nada

  21. sigmar disse:

    com certeza a’ falta de conhecimento foi um fator que acabou com a fama do tempra,mas eu tenho um 92 carburado a7 anosse levar na boa na cidade faz7 com o litro, viajando faz 15 ,1 vez fiquei empenhado nesses 7 anos queimó uma peça 60 reais,mais mão de obra30 reais, pago141reais de imposto ,tenho um carro cmpletaço ,e tem gente q fala mal não da pra ententer,há quem sabe usar um tempra e sabe cuidar dele não quer outro…..

  22. Por que não deu certo: Fiat Tempra -http://t.co/bidA1FpV

  23. luizcarlos disse:

    tenho um tempra 97 ja a 5 anos e é uma makina!

  24. luiz disse:

    tambem tenho um tempra,16v 1994 injetado,todo lacrado e original,paguei 4mil e nao me arrependo,minha paixão e meu xodó,pois onde se acha um 2.0 completaço por 4mil??além de ser uma verdadeira maquina para andar,de 190km/h a 215km/h e todo seu espaço interior..realmente peças são caras,mas mantenha a manutenção em dia que ele nunca te deixa na mão,realmente por o preço ser acessivel qualquer um tem um tempra(que no minimo teria que estar andando de bicicleta)ai não tem dinheiro para manter o carro e fica gambiarrando o veículo,onde outro pega e diz que o carro não presta e tauz…TEMPRA TODAS……..

  25. Cleber disse:

    Em 2001 comprei uma Tempra SW 95 e posso afirmar que foi um dos melhores carros que já tive! Fazia a manutenção correta, óleo de boa qualidade e gasolina aditivada. Rodei mais de 70mil km com o carro sem problemas! Recentemente adquiri um HLX 97 completinho e raro: nunca bateu, apenas 100mil km rodados, sem um risquinho. O preço da jóia? Apenas 6.200. Vá comprar um carro 97 com 6200 e veja o que vc leva para casa.

  26. Vanis disse:

    prefiro andar no meu temprinha velho do que andar nesses pé duros novos de hoje ,pra mim é um ótimo carro , completíssimo ,potente e bonito bancos elétricos retrovisores ,poucos tem isso ainda hoje

  27. Luciano Pereira da Rosa disse:

    Tenho um Tempra 16v 2.0, ano 96, lacrado sou o 3° dono á 8anos, carro muito inteiro, sempre fiz revisão correta e nunca incomodou, era motor estender até o mês passado quando fiz todo o motor . Quando me falam q Tempra não presta eu digo: Tempra presta o que não presta é o proprietario que não sabe ter um bom carro!

  28. tempra e tempra

  29. Érico Quintino disse:

    Bom dia,
    Pretendo comprar um Tempra 96/97. Será que os modelos desses anos tem um pouco menos de problemas? Se alguém puder me responder…
    Um abraço a todos!

  30. anderson aps disse:

    tenho um tempra 8v 1999 e nao troco por nada.nunca tive gastos alem de pneus,oleo,correia dentada,embreagem,e velas.uma grande dica pra ter um tempra sempre em perfeito estado é:
    jamais deixe de trocar alguma peça que esteja com problema pois ele realmente nao aceita gambiarras.quem gosta do carro sabe cuidar dele

  31. antonio disse:

    sou louco por um

  32. ainda comprarei um

  33. comprei um tempra 94 modelo 95, 2.0 16v de um bico já convertido a álcool, ele é completíssimo e em matéria de conforto sem igual, fiz as manutenções necessária de troca de óleo e filtro do motor e procuro não pisar fundo no acelerador, na minha opinião o consumo por km está um pouco elevado, faz uns 5 ou 6 na cidade! é normal ? ou eu deveria mandar fazer alguma regulagem no bico? eu já peguei ele no álcool todinho convertido…um pouco de gasolina aditivada junto com o álcool melhoraria este desempenho ou poderia trazer problemas ?

  34. Fábio disse:

    Olá,

    Muito boa matéria! Quis comprar quando foi lançado, mas as “más famas” como manutenção cara, frágil, me desencorajou.

    Hoje em dia tenho um Marea Weekend 99, que nunca me deu problemas, apesar de estar com mais de 216000km. O segredo aí é trocar óleo a cada 5000km e colocar 100% sintético.

    Fábio

  35. isnunes disse:

    BOA TARDE!!
    tenho um tempra 93, serie ouro 2.0 16v
    e ele apareceu um problama não esta querendo ligar
    e qundo liga fica pipocando muito, muita falha levamos um mecanico
    mas ele ainda não achou o defeito .Alquem pode dar uma sugestão
    o que pode ser? aquardo resposta ,
    obrigado

  36. Rodriggo Fernandes disse:

    Pow compreii uma Tempra 93 16v,todo mundo fala mal desse carro mais acho meu carro bonitoo pode falar a vontade quem nao gosta..pq gosto e gostoo… abraçooo

  37. Geraldo Medalha disse:

    Gostaria de saber se é possivel adaptar injeção eletronica em um tempra ano 93 motor 2.0 8v carburado.
    Gostei da materia que fala do Tempra, eu tambem tenho um e não pretendo vender nunca.
    SDS.
    Quaquer que sejá o retorno antecipadamente agradeço.

  38. Walcyr Oliveira disse:

    Eu sempre gostei de Tempra,é um carro confortável espaçoso e bonito, apesar da idade! Eu tenho um 96 i.e 8v,mas já tive um Tempra ouro 93 8v carburado a álcool, que não tenho boas recordações! Mas Tempra é o carro! Parabéns pela ótima matéria!

  39. GILMAR disse:

    Ótima matéria, fiquei mais por dentro da mecânica do tempra e mudou meu conceito sobre o carro,
    A verdade é, q as pessoas falam ate do que não sabem.
    Eu tinha um sonho de comprar um kadet e diziam q era beberrão e tal, mesmo assim terminei a carta e comprei a caranga, um ótimo carro e bem regulado faz 8.5 na cidade e 13 na estrada, ai diziam que o celta era muito econômico, moral da historia c for pra anda junto com o velhinho gasta praticamente mesma coisa (:

  40. nilson teixeira de souza disse:

    tenho um tempra 95 há um ano e meio e meu único arrepedimento foi nao ter comprado ha muito mais tempo,por acreditar nesses pseudos conhecedores de altomóveis que dizem que carro bom é carro 1.0 esses idiotas nunca souberam nada de carro por que se voce quer possuir um bem voce tem que no minimo ter condiçoes de mante-lo obrigado a pessoa que fez essa matéria sobre nosso canhao das estradas mais conhecido como meu melho amigo tempra um abraço a todos os que realmente sabem o que é carro de verdade