Já faz algum tempo que o GPS deixou artigo de luxo para se tornar algo cotidiano em nossas vidas. Chega a ser uma benção para quem mora em grandes cidades. Os paulistas então, deveriam agradecer todos os dias por não precisarem mais andar com a verdadeira enciclopédia que era o Guia das Ruas de São Paulo, obrigatória em qualquer carro da capital. Ainda assim, apesar de sua recente popularização, a ideia de um aparelho que indicasse o caminho entre um ponto e outro no carro não é uma grande novidade. Na verdade, algo assim já existia há algumas décadas.

Em 1974 a Siemens lançou o que chamaram de Navegação Programada que, assim como o GPS hoje em dia e como o nome sugere, conseguia navegar entre 2 pontos de uma cidade e levando em conta os semáforos!

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O sistema funcionava da seguinte forma: O motorista programava um número que equivalia ao endereço de destino de acordo com um mapa de referência da cidade. A partir daí já começa a receber as instruções de que direção seguir. Durante o trajeto o carro passa por alguns sensores “enterrados” na pista. O sensor reconhece o destino e, conectado – por fio – a um computador central. O tal computador calcula então qual será o próximo sensor que o carro vai passar e, quando isso acontece, avisa – através do painel – ao motorista não somente qual direção deve continuar mas também qual a velocidade ideal para que o próximo semáforo esteja verde quando chegar nele!

Incrível, não?

De acordo com a Siemens, uma cidade como Munique, com cerca de 1,5 milhões de habitantes na época, contaria com cerca de 2.000 sensores nos principais cruzamentos da cidade e – incluindo o computador – custava, na época, algo em torno de U$2 milhões. Já o aparelho para o carro saia por volta de U$100.00.

Nada mal, não?

Fonte

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