Depois de 50 anos, os famosos Black Cabs londrinos, ganham concorrência

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Acredito que hoje, na maioria das praças brasileiras a cor predominante dos taxis seja branca. O Rio de Janeiro, com seus taxis amarelões, eu sei ser exceção. Mas tal como os taxis cariocas, outros taxis são facilmente reconhecidos, como os de cor laranja em Nova York e aquele que possivelmente seja o que mais grite “SOU UM TAXI”, o “London Black Cab”.

E os Black Cabs têm muita história. Eles derivam das carruagens de aluguel, chamadas Hackney Carriages, que foram regulamentadas pelo governo Inglês, em meados do século XVII. No século XX estas carruagens foram substituídas por automóveis, tendo a última delas saído de atividade em 1947.

Mas o fato é que os Taxis Pretos britânicos ainda hoje mantém um formato extremamente retrô, com a cabine muito alta, já ouvi dizer que a altura é suficiente para que o passageiro não precise tirar seu chapéu, e projetada para trás, dando a eles um “quê” de carros da década de 1930.

E o conservadorismo não fica apenas nisso, desde 1948 a mesma empresa, a LTI, é a responsável pela fabricação dos taxis londrinos. Entre os anos de 1947 e 1997, com os Austin FX2, FX3 e FX4 e entre 1997 e o presente com os LTI TX1, TXII e TX4.

Mas depois de 50 anos, chegou um player novo para agitar as coisas. A Mercedes, lançou um modelo de sua linha Vito Traveliner, com espaço para seis passageiros e motor 2.2l CDI turbodiesel, com baixa emissão de poluentes, e com acessibilidade total para cadeiras de rodas no mercado inglês, visando justamente a frota de 25.000 taxis que circulam na “city”.

Será que desta vez os Alemães conquistarão Londres?

Na extensão da postagem um taxi “gaiato” ;), que segundo o site onde o encontrei, seria chinês, mas sinceramente me parece mais coisa da Tailândia.

Fotos do Austin FX3 e TLI TX4, créditos Wikimedia (CC).
Fotos da Mercedes: divulgação.
Fonte da notícia: Reuters
Mini-Taxi: dosen.org

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