Artigos na Categoria: " Editorial "

25
jan
12

1 milhão de Voyage produzidos

Postado em Editorial por Rafael Moreira - Autozine - 1 comentário

O Voyage é um caso interessante de automóvel que o mercado fez uso diferente da proposta do fabricante. Lançado em 1981, era a variação sedã do Gol e concorria com o Chevette e Fiat Oggi. A publicidade da época exaltava o modelo como um sedã econômico, moderno e principalmente prazeroso de dirigir. Qualidades verdadeiras, mas direcionadas a um público mais velho, mais familiar.  leia mais

19
jan
12

Por que não deu certo: Fiat Tempra

Postado em Editorial, Por que não deu certo por Rafael Moreira - Autozine - 5 comenários

Voltemos ao ano de 1991: O mercado Brasileiro ainda estava abrindo suas portas às importações e mesmo se adiantando a tal acontecimento, nossa indústria era carente de carros verdadeiramente modernos. A injeção eletrônica foi lançada somente 3 anos antes (Gol GTi) e no segmento de médios, as únicas opções a se considerar eram o Santana/Versailles e Monza, ambos recém reformulados, com versões “injetadas” e até mesmo freios ABS (Santana).

Apesar da modernização de ambos, dois modelos (Santana e Versailles eram o mesmo carro) é muito pouco para um segmento que se tornaria o mais importante, disputado e rentável do mercado hoje.

É aí que entra a Fiat: Na época com apenas 15 anos de mercado, era vista por aqui como uma marca de carros “pequenos e baratos”. Para alcançar a liderança era bom que ela atuasse em todos os segmentos e o Tempra foi o primeiro passo para a diversificação da linha, e chegou em alto estilo:

Seu design era genuinamente europeu e contemporâneo: Traços sóbrios, levemente arredondados que terminam numa traseira elevada e curta. A aerodinâmica favorecida pelo formato em cunha da frente, vidros rentes a carroceria, limpadores de parabrisa mais recuados e retrovisores “vazados”, todas técnicas recentes na época. Poucas coisas foram mudadas para cá, como retrovisores, alojamento da placa traseira e a remoção do limpador traseiro (sim, ele tinha isso). leia mais

03
jan
12

Como dirigir na chuva, e sem medo

Postado em Editorial, Segurança por Rafael Moreira - Autozine - 6 comenários

É impressionante como tem gente que não sabe dirigir na chuva. Alguns não reduzem a velocidade, andam como se tivessem no seco, já outros reduzem a velocidade excessivamente. Parte disso recai sobre o nosso sistema de habilitação, que sequer exige um número de aulas a noite. Muito menos em situações adversas, com chuva e neblina (claro que a reprodução disso é complicada, mas é essencial para um bom motorista). Portanto gostaria de compartilhar algumas dicas que me ajudam muito a cada chuva que tomo com meu carro, e não são poucas… Clique aqui para ler o resto do artigo! leia mais

31
dez
11

Os melhores do ano de 2011 – Parte 2

Postado em Editorial por Rafael Moreira - Autozine - 1 comentário

Continuando a eleição dos melhores de 2011… (parte 1 aqui)

Melhor picape pequena para lazer: Volkswagen Saveiro

Decidimos dividir essa categoria pois há dois tipos de compradores delas, totalmente difetentes: Quem compra uma picapinha mais pelo estilo ou pra levar cargas leves como uma moto de trilha ou uma carga esporádica e quem realmente precisa delas para trabalho. Pro primeiro caso, a Saveiro possui um design bastante agradável, e mais esportivo. Sua versão Cross não é tão “carregada” visualmente como a Strada Adventure e está fazendo sucesso, particularmente entre jovens que gostam de personalizá-la. Por aqui tá mais fácil achar uma rebaixada do que original…

Pelo lado racional, é muito boa de mercado (assim como a Strada), confortável e depois dos problemas de lubrificação dos motores VHT, se tornou bastante confiável também. Seu desempenho, seu “jeito” de andar sempre muito elogiado ficou ainda melhor nesta geração, tem horas que você esquece que está numa caminhonete… (saiba os outros vencedores clicando aqui!) leia mais

30
dez
11

Os melhores do ano de 2011 – Parte 1

Postado em Editorial por Rafael Moreira - Autozine - 1 comentário

Eis mais um ano que passou voando, com muitos acontecimentos, lançamentos, despedidas… Mas quais veículos, marcas e pessoas do meio automobilístico fizeram a diferença neste ano que termina? Pra isso, eu (Rafael), Danilo e Gilberto nos reunimos e elegemos os melhores do ano.

Melhor hatch de entrada: Renault Clio

Apesar de ter mais de 10 anos de mercado, o ano de 2011 foi um dos mais importantes para o Clio no Brasil. Graças a uma nova campanha e precificação agressiva (hoje ele é encontrado pelo mesmo preço do Uno Mille!), o pequeno francês viu suas vendas mensais triplicarem. Mas não foi só de preço que se fez as vendas do Clio: É um carrinho gostoso de dirigir, confortável e com bom desempenho. Seu motor é potente (pra um 1.0, 79cv), econômico e gosta de falar alto (16V). Vem com alguns extras de série como ar quente e desembaçador traseiro e  seus opcionais são baratos: É possível encontrar ele com ar-condicionado e limpador taseiro por menos de R$25 mil. Um custo X benefício muito interessante.

Muitos podem questionar a desvalorização de carros franceses e a manutenção cara, mas a Renault se defende com altos índices de satisfação dos proprietários, bom pós-vendas e revisões de preço fechado. Quando se trata de ter o melhor retorno do seu investimento, estamos falando de conteúdo, de qualidades. E nisso, o Clio é a melhor escolha nesta categoria. Clique aqui para saber os outros vencedores! leia mais

24
dez
11

Radares: Sem placas de aviso agora

Postado em Editorial, Informação por Rafael Moreira - Autozine - 13 comenários

É isso mesmo: De agora em diante não há obrigação para a instalação de placas avisando sobre radares nas rodovias. O que significa que você pode ser multado sem querer e por um radar que não viu.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, foi aprovada ontem (23/12) uma resolução que permite que além de não avisar que há “fiscalização eletrônica”, não há mais exigência de estudo prévio para se liberar radares móveis. E podem colocá-los mesmo onde não há sinalização da velocidade máxima permitida, ou seja: Estamos diante de uma indústria de multas!

Não quero fazer apologia ao excesso de velocidade, mas fato é que grande parte do prazer de dirigir é perdido quando você está numa rua ou estrada com radar: Você não curte o passeio, a paisagem, a conversa com o(s) passageiros. Dependendo não curte nem a música.

Além de ter que concentrar na estrada, verificar retrovisores, tomar cuidado com barbeiros, buracos e tudo o mais, você tem que ficar de olho no velocímetro e nas árvores, se não tem nenhum radar escondido ali. Apesar que pelo menos essa resolução não permite que radares fiquem escondidos. Agora, como avaliarão quanto a visibilidade ou não deste, não sabemos até o momento.Toda essa preocupação, muitas vezes tira a concentração que você teria para… Dirigir corretamente.

A maioria das infrações de excesso de velocidade acontecem por descuido do condutor, por exemplo estar a 72Km/h onde o limite é 60Km/h. A pessoa é criminosa por isso? Um irresponsável completo que está pondo em risco a segurança de outras pessoas? Não acredito.

Muitas vezes pela preocupação com o trânsito, justamente por buscar dirigir com segurança por nós e pelos outros, nos distraímos e passamos um pouco do limite. Isso é normal, quem nunca passou por isso?

Infelizmente, como já disse outras vezes, aqui se preocupa mais em punir do que educar, por ser mais cômodo e lucrativo. Mas, até quando?

 Imagem: Blog do Aldo

15
dez
11

Não sejam injustos com o Volt!

Postado em Editorial, Informação por Rafael Moreira - Autozine - 1 comentário

Recentemente vem sendo noticiado que o Chevrolet Volt, o principal lançamento e símbolo da reestruturação da General Motors sofre de um problema grave: “Suas baterias pegam fogo depois de um tempo paradas.” A princípio isso é assustador, imagine só você ser acordado a noite pois seu carro pegou fogo sozinho, na garagem. Queimando outros carros e até mesmo documentos e material de trabalho seu que podem estar nele. O problema é que boa parte da imprensa é sensacionalista e vive disso pra vender jornais e notícias e se preocupam mais em apontar os problemas mas não as circunstâncias e reais causas. É bem como a vida real, quando se trata de criticar as vezes as pessoas esquecem de analisar a situação por inteiro. E é exatamente o caso do Volt. leia mais

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