06
jan
13

Avaliação: Honda Civic LXS

Postado em Avaliação por Danilo Ferreira - Comments

Avaliamos o Honda Civic LXS por uma semana, rodando cerca de 500km e aqui está a avaliação

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O Civic LXS é versão de entrada do campeão de vendas da montadora japonesa. Mas não pense que por ser versão de entrada que ele vem despojado – conta com ar condicionado digital automático, direção elétrica (bem mais macia que a hidráulica), vidros elétricos nas 4 portas, freios ABS, airbag duplo, som com entrada USB, rodas de liga-leve, e, acredite, até câmera de ré.

O câmbio pode ser manual ou automático de 5 marchas – as trocas no volante estão reservadas para as versões mais caras, a LXL e a EXS, assim como os bancos em couro (o modelo testado contava com bancos em veludo).

O desenho do carro, como pode ser visto nas fotos, é moderno e bonito, não devendo nada para os concorrentes da mesma categoria.

Um dos aspectos interessantes desse carro é o câmbio. Por não ter trocas manuais, é um pouco “chato” para quem gosta de ter total controle do carro, transformando o dia-a-dia em algo um pouco monótono. Mas, ao pisar com vontade no acelerador, o carro acelera com decisão, passando do limite de velocidade com facilidade. O melhor é a relação de marchas – na 5a marcha, a 120km/h, o carro está a meros 2400 giros, o que garante silêncio e economia na estrada. Ponto positivo.

O painel, no melhor estilo “cockpit de avião”, conta com o velocímetro e marcadores de combustível e consumo instantâneo acima da linha do volante, facilitando muito a visualização, como pode ser visto nas fotos abaixo

Ao lado do velocímetro existem duas barras, que mudam de cor de acordo com o modo de condução – quanto mais econômica a condução, mais verdes as barras ficam. Ao pisar mais (ou parado no trânsito), as barras ficam azuis (podiam até ficar vermelhas, na minha opinião). Ao dirigir, você acostuma a buscar sempre o verde, melhorando o consumo. O carro também conta com o modo “ECON”, que, em teoria, deixa o carro econômico, mas não percebemos nenhuma diferença no desempenho – só no ar-condicionado que reduziu a velocidade do ventilador no modo automático.

Abaixo, o display integrado que conta com computador de bordo mostrando informações de consumo, rádio, kilometragem, relógio, alertas e também a câmera de ré.

Abaixo, as “barrinhas verdes” mostrando que estou gastando pouco na hora.

O motor, um 1.8 16v, entrega 139/140cv e 17,5 / 17.7 kgmf de torque (etanol/gasolina), e se mostrou compatível com o peso do carro, com desempenho mais que satisfatório. A potência é próxima dos carros da concorrência, como 144cv no Cruze e 143cv no Sentra e Fluence (todos no etanol). O Civic perde no câmbio, porque o Cruze oferece um moderno câmbio de 6 marchas, e o Sentra e o Fluence dividem um bom câmbio CVT.

O consumo na cidade foi de cerca de 6km/l, e na estrada passa dos 10km/l, graças ao câmbio automático, sempre rodando no álcool (ou etanol, como queiram chamar)

O preço do modelo testado é R$66 mil, já com câmbio automático, preço competitivo na categoria. A versão topo de linha EXS custa R$79.480, e conta também com controle de tração, GPS, multimídia, bancos em couro, teto solar elétrico, controle de tração e estabilidade, bluetooth (para conectar o celular ao carro) e retrovisores com luzes indicadoras de direção.

O carro tem o acabamento muito bem feito – e note que testamos um carro com quase um ano de uso, que parecia novo, o que é uma ótima característica – afinal, quando compramos um carro, queremos aquela sensação de carro novo pelo máximo de tempo, e esse carro cumpre bem o papel.

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